As Crônicas de Carne e Sangue - On


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Mensagem 22 Jun 2016, 17:09

As Crônicas de Carne e Sangue - On

O Olho de Azgher descia em direção ao ocaso, logo seria a hora de Tenebra, eles caminhavam silenciosamente sobre a neve úmida e escorregadia. Azog caminhava a frente vergando a Armadura de Kelavi ele guiava o grupo pois havia crescido nas terras gélidas e inclemente das Uivantes, logo atrás vinham abraçado e cochichando qualquer coisa Kaedros e kaylessa, não havia frio para eles que adotaram estas terras em sua vida, Fou e Teo caminhavam um pouco atrás guiando e garantindo que Browser não saísse em outra caçada impulsiva a algum animal e ocasionasse problemas, estavam cobertos de pele e mesmo assim sentiam o vento congelar-lhes os ossos, isso os fazias pensar como aquela pequena garota havia fugido e perambulado por três dias antes de ser encontrada, teria perdido os pés e a vida se não fosse achada.

O vilarejo estava a algumas dezenas de metros, a imensa fogueira chamava atenção, lançando aos céus uma coluna de fumaça carrega com o cheiro de luto e corpos queimados, a alguns dias aquele lugar testemunhara um massacre cruel, segundo o relato da criança um grupo de homens havia invadido o lugar e matado todos os moradores, ela e outras crianças conseguiram fugir mas foram capturadas uma após outra, apenas ela sobrou, e lá estavam os heróis, motivados por Azog foram investigar o ocorrido, o Hobgobling sabia ser persuasivo e tinha um bom coração, lá eles estavam.

Ao alcançara alguns pares de metros da entrada do vilarejo o soom de um chifre ecoou, e tochas se aproximavam, homens de rostos sofridos e endurecidos pela vida nestas montanhas geladas apareceram, haviam espadas, machadas e arcos a mãos.

-"Quem no sopro gélido de Beluhga são vocês e o que diabos é esta coisa amaldiçoada que vocês trazem na hora dos mortos?" um homem grande de meia idade indagava com uma lança nas mãos, era visivelmente o líder daqueles homens, com ele uma duzia de outros homens, vestidos em peles e armados, as costas um pequeno punhado de velhas e jovens adentrava as casas.
Editado pela última vez por Dthanatus em 22 Jun 2016, 17:43, em um total de 1 vez.
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Mensagem 22 Jun 2016, 17:43

Re: As Crônicas de Carne e Sangue

Azog seguia o caminho indicado pela garota. Sabia que os nativos das Uivantes eram hábeis, mas ainda desconfiava da garota. Como ela havia sobrevivido àquele trajeto? Havia algo estranho ali, mas aquela vila estava praticamente nos limites de Kalevala. Embora não fosse formalmente parte do reino, o infante sentia que era sua responsabilidade garantir a segurança daquelas pessoas. Além disso, era muito desrespeito os bandidos acreditarem que podiam atacar tão perto do reino e sair ilesos. Não! Eles precisavam ser punidos!

Ele vê a pira e observa os homens saindo, com suas armas. Ele não está assustado, eles não parecem um grande desafio.

Líder escreveu:- Quem no sopro gélido de Beluhga são vocês e o que diabos é esta coisa amaldiçoada que vocês trazem na hora dos mortos?


O homem era claramente o líder. Azog decide cortar de vez aquela impetuosidade toda.

Azog
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- Fomos informados que esta vila foi atacada por selvagens! Sou Azog, filho de Azog, da Casa de Kalevi, Senhores de Kalevala! Estes são meus companheiros e viemos exigir respostas e fazer Justiça!

Off escreveu:Teste de Intimidação para pôr o líder do grupo no seu devido lugar. Dependendo das reações deles, acho que podemos decidir o que fazer.
Editado pela última vez por Padre Judas em 22 Jun 2016, 22:09, em um total de 1 vez.
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Mensagem 22 Jun 2016, 21:11

Re: As Crônicas de Carne e Sangue - On

Kaedros e Kaylessa caminhavam juntos ao final da tarde, ora de mãos dadas, ora abraçados. Trocavam palavras em élfico, um costume que sempre mantiveram mesmo caminhando com o resto do grupo. Kaedros não se importava em demonstrar carinho e zelo pela irmã, abertamente sua amante adorada, desde que falasse em élfico.

Naquela caminhada, após terem sido persuadidos por Azog, Kaedros estava preparado com o armamento de sua "avó", a deusa da natureza e havia aconselhado sua irmã a estar também já preparada. Por mais que soubesse das capacidades quase ilimitadas de seus poderes, Kaedros sabia da despreocupação constante de Kaylessa e, por isso, sentia que devia ser o senso de equilíbrio dela.
Kaedros em élfico:
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Prefiro evitar falar com os humanos agora, Kay-chan. Deixe que Azog cuide deles... a rudeza das duas raças é muito parecida.

Kaedros alisa os cabelos de Kaylessa. Ele estava com a mente distante. Apesar de ter aceitado o convite do vizinho e amigo hobgoblin, Kaedros não se importava realmente com a aldeia ou com o ataque que ela sofrera. Ele era um aventureiro poderoso e experiente, mas não podia negar que estava com saudades de fazer alguma coisa mais simples, como andar.
Kaedros em élfico:
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Kally vai se aborrecer se demorarmos mais de uma semana. Ela tem convivido muito com humanos da vila e está tendo uma perspectiva de tempo diferente... mais rápida. Eu não acho que seja tão saudável.

Ele pondera sobre a intitulada "filha" do casal e depois envolve Kaylessa em um abraço, beijando seus cabelos.
Kaedros em élfico:
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Por outro lado, é interessante que ela tenha contato com essas criaturas. Ajuda afastar um pouco aquele ego dracônico...


Por fim, ao chegar próximo à aldeia, Kaedros percebe que Kaylessa estava com uma expressão facial diferente. Então, ele se oferece para levá-la no colo, enquanto ela envolvia os braços em torno dele. Kaedros vê Azog tomar a frente ao primeiro contato com os humanos e sorri satisfeito consigo mesmo.

Magias ativadas, sustentadas: Arma de Allihanna FA+5, Armadura de Allihanna +5, 10 PM, ficando com 36 PM restantes.
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Mensagem 22 Jun 2016, 22:23

Re: As Crônicas de Carne e Sangue - On

Kaylessa não tinha qualquer interesse por uma vila de humanos nas montanhas. Cada passo dado em direção à missão a que havia sido escalada junto de seu irmão era um passo que poderia estar sendo dado a alguma ruína com um artefato poderoso ou a alguma biblioteca arcana cheia de segredos e perdida no tempo. Cada segundo gasto ali poderia ser gasto com pesquisa em seu próprio laboratório, criando novas armas e métodos para elevar seu arsenal para o fatídico dia em que enfim lançaria sua campanha para destruir a ameaça vermelha que assolaria este mundo.

Ou ela poderia simplesmente estar dormindo. E a cada minuto que passava andando em direção ao maldito lugar para o qual já tinha se arrependido de ir ela cogitava pular aos braços de seu irmão e forçá-lo a carregá-la.

Kaylessa:
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Eu juro, da próxima vez eu vou esgoelar o idiota que sugerir irmos à pé. Se tivessem aceitado ir voando já teríamos chegado nessa maldita vila em menos tempo que Kaedros levou pra tomar banho antes de sair.


Eles enfim se aproximavam da vila, e Azog se pôs à frente.

Kaedros (em élfico):
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Prefiro evitar falar com os humanos agora, Kay-chan. Deixe que Azog cuide deles... a rudeza das duas raças é muito parecida.

Kaedros alisa os cabelos de Kaylessa.


Kaylessa (em valkar):
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Que seja, nii-san. Que seja.


Kaedros (em élfico):
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Kally vai se aborrecer se demorarmos mais de uma semana. Ela tem convivido muito com humanos da vila e está tendo uma perspectiva de tempo diferente... mais rápida. Eu não acho que seja tão saudável.


Ele pondera sobre a intitulada "filha" do casal e depois envolve Kaylessa em um abraço, beijando seus cabelos.


Kaedros (em élfico):
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Por outro lado, é interessante que ela tenha contato com essas criaturas. Ajuda afastar um pouco aquele ego dracônico...


Kaylessa (em élfico):
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Você está se preocupando demais... Se quer saber, acho até melhor que ela aprenda mais rápido. Você subestima os humanos, Kaedros. Parece que se esquece que os elfos que estão mortos. Se formos analisar desta forma, eu prefiro que Kallyna aprenda a viver como numa espécie que ainda vive.


Kaylessa (em élfico):
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Além do mais, de nada é um problema que ela tenha um ego dracônico se ela obtiver o poder necessário para justificá-lo. E tudo indica que o fará. Afinal, esquece quem são seus pais?


Por fim, ao chegar próximo à aldeia, Kaedros percebe que Kaylessa estava com uma expressão facial diferente. Então, ele se oferece para levá-la no colo, enquanto ela envolvia os braços em torno dele.


Kaylessa (em valkar):
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Urgh, agora você faz isso? Esqueça.


Kaylessa se solta de Kaedros e o afasta, ficando distante por alguns segundos até envolver novamente o braço dele com os seus.

Kaedros vê Azog tomar a frente ao primeiro contato com os humanos e sorri satisfeito consigo mesmo.


Kaylessa gira os olhos para o alto, debochando internamente da satisfação do irmão.

Azog
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- Fomos informados que esta vila foi atacada por selvagens! Sou Azog, filho de Azog, da Casa de Kalevi, Senhores de Kalevala! Estes são meus companheiros e viemos exigir respostas e fazer Justiça!


Kaylessa larga o braço do irmão e se põe ao lado de Azog, esperando que Kaedros faça o mesmo.

Kaylessa & Kaedros
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Magias Ativas:
  • Invulnerabilidade (Frio) (Permanente)
  • A Mágica Silenciosa de Talude (Permanente)
  • Armadura de Allihanna Extrema (10 PMs; efeito de 10 PMs, metade do custo por Elementalista, dobro por Magia Extrema) [FD +5, Dano reduzido em uma escala]
  • Armadura Espiritual (3 PMs; efeito de 5 PMs, metade do custo por Alquimista) [Imunidade a ataques espirituais]
  • Voo (10 PMs; efeito de 20 PMs, metade do custo por Alquimista) [Voar a até 5120m/s]
PM restantes: 44.


Ah, só uma nota: as Armaduras de Allihanna de KayKae são feitas de gelo. Todo o tema gélido da Kaylessa é baseado nessa imagem, really. Não precisa nem mudar o efeito em regras da magia, é só considerar que a gente tem um jardinzinho no Kastelo e ele tem as energias naturais e tal, aí a gente usa a água do laguinho dele pra formar as armaduras. Só pra não precisar fazer de madeira, que é mó sem graça.
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Registrado em: 22 Jul 2015, 21:23

Mensagem 23 Jun 2016, 02:46

Re: As Crônicas de Carne e Sangue - On

Dthanatus escreveu:O Olho de Azgher descia em direção ao ocaso, logo seria a hora de Tenebra, eles caminhavam silenciosamente sobre a neve úmida e escorregadia. Azog caminhava a frente vergando a Armadura de Kelavi ele guiava o grupo pois havia crescido nas terras gélidas e inclemente das Uivantes, logo atrás vinham abraçado e cochichando qualquer coisa Kaedros e kaylessa, não havia frio para eles que adotaram estas terras em sua vida, Fou e Teo caminhavam um pouco atrás guiando e garantindo que Browser não saísse em outra caçada impulsiva a algum animal e ocasionasse problemas, estavam cobertos de pele e mesmo assim sentiam o vento congelar-lhes os ossos, isso os fazias pensar como aquela pequena garota havia fugido e perambulado por três dias antes de ser encontrada, teria perdido os pés e a vida se não fosse achada.


Apesar de estar quase nu Browser não se incomoda muito com aquele frio, seu grosso couro parecia o aquecer muito bem e aquele pedaço de pele que recebeu de seus companheiros ajudava um pouco.

Andrew Kaninchen escreveu:
Kaylessa:
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Eu juro, da próxima vez eu vou esgoelar o idiota que sugerir irmos à pé. Se tivessem aceitado ir voando já teríamos chegado nessa maldita vila em menos tempo que Kaedros levou pra tomar banho antes de sair.


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Dthanatus escreveu:O vilarejo estava a algumas dezenas de metros, a imensa fogueira chamava atenção, lançando aos céus uma coluna de fumaça carrega com o cheiro de luto e corpos queimados, a alguns dias aquele lugar testemunhara um massacre cruel, segundo o relato da criança um grupo de homens havia invadido o lugar e matado todos os moradores, ela e outras crianças conseguiram fugir mas foram capturadas uma após outra, apenas ela sobrou, e lá estavam os heróis, motivados por Azog foram investigar o ocorrido, o Hobgobling sabia ser persuasivo e tinha um bom coração, lá eles estavam.

Ao alcançara alguns pares de metros da entrada do vilarejo o soom de um chifre ecoou, e tochas se aproximavam, homens de rostos sofridos e endurecidos pela vida nestas montanhas geladas apareceram, haviam espadas, machadas e arcos a mãos.

-"Quem no sopro gélido de Beluhga são vocês e o que diabos é esta coisa amaldiçoada que vocês trazem na hora dos mortos?" um homem grande de meia idade indagava com uma lança nas mãos, era visivelmente o líder daqueles homens, com ele uma duzia de outros homens, vestidos em peles e armados, as costas um pequeno punhado de velhas e jovens adentrava as casas.


Padre Judas escreveu:O homem era claramente o líder. Azog decide cortar de vez aquela impetuosidade toda.

Azog
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- Fomos informados que esta vila foi atacada por selvagens! Sou Azog, filho de Azog, da Casa de Kalevi, Senhores de Kalevala! Estes são meus companheiros e viemos exigir respostas e fazer Justiça!


Andrew Kaninchen escreveu:Kaylessa larga o braço do irmão e se põe ao lado de Azog, esperando que Kaedros faça o mesmo.

Kaylessa & Kaedros
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"Hum........"

Browser ficou um tempo vendo a cena, por viajar com Azog e o resto do grupo a já um tempo já decorou suas inclinações, hábitos e manias.

"Hora de Brincar de o mal (Azog), a mais mal ainda (Kay) e a coisa que a maldade foge (Eu)."

Browser então tira a pele de cima do corpo e se vai na direção de Azog ficando atras dele... Azog podia ser grande (e feio) e intimidador mas Browser era maior (e mais feio) e mais medonho ainda.

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- Quer que eu coma esse cara ai "chefe"?

Browser fala rosnando de leve bem animalesco mesmo. E presto ajuda no Intimidar do Azog. Eu ganho +2 em Interrogatório e Intimidação por ser um ogro sexy.
E por ter ja convivido com o Browser (e como ta na minha personalidade) todos sabem que sou um amor de pessoa quando estou na boa e tento a fazer gracinhas (mesmo sem graças e fora de hora) e essa é uma delas. Agora como eles vão usar ela fica a criterio deles. Browser não é burro e sim analfabeto/não sabe dos costumes, ele é até bem inteligente e perspicaz mas não tem muito tato para as situações e não problema em fazer o papel de burro se necessário.
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Mensagem 23 Jun 2016, 09:36

Re: As Crônicas de Carne e Sangue - On

Fou continua andando, por mais idiota que fosse aquilo. Ele poderia simplesmente voar até aquele local. Mas ele iria fazer o que fora pedido, pelo bem de Tamu-ra e pela sua honra.

Quando finalmente chegam a vila a hostilidade já era esperada por Fou.

- Os fracos sempre temem o desconhecido e desonram a vida que os deuses lhe ofertaram.

A fala de Fou é limpa e sem importância. Ao ver ser companheiro ir para frente e rosnar para o grupo Fou decide ir até o líder daquele grupo.

- Acho melhor demonstrar menos hostilidade, Browser-kun, ainda temos que tratar essas pessoas com cordialidade mesmo elas não merecendo.

Fou fala sem levantar a voz, não queria ser ouvido além de seu companheiro bestial. Ele olha para o casal de elfos e pensa como irá discutir algumas questões estratégicas futura com eles para retornar seu poder máximo.

- Azog-dono, por mais que concorde que essas pessoas deveriam se prostrar diante de nós, lembre-se que essa região esteve sobre ataque recentemente.
Melhor queimar do que apagar aos poucos.
-Neil Young.
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"-seremos o ultimo foco de resistência do sistema"
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Mensagem 23 Jun 2016, 13:09

Re: As Crônicas de Carne e Sangue - On

Kaedros se aproxima de Kaylessa, postando-se ao lado dela. Ao ouvir o monstro ao seu lado rosnar ameaçadoramente o humano que os recebeu, o elfo apenas fala com resignação:
Kaedros (em élfico)
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Besta ignorante...


Com um leve movimento de mãos, seu elmo de gelo se desfaz, juntando-se ao restante da armadura. Agora, seu rosto podia ser visto de uma forma não belicosa. Seus cabelos azuis brilhantes, seus olhos vermelhos, sua pele pálida. Apesar da aparência exótica, era um deslumbre de beleza inédito aos aldeões.

Kaedros olha para Azog aguardando o prosseguimento da conversa. E esperando não precisar conter seus aliados...
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Mensagem 23 Jun 2016, 18:16

Re: As Crônicas de Carne e Sangue - On

Teo, que crescera em um clima parecido com o do local, não se incomodava muito, apesar de saber que haviam formas melhores de fazer tal viagem, tanto em velocidade quanto em não deixar rastros. Vinha mais atrás do grupo, manteve sua distância quando chegaram local. Achou levemente estranho todos aqueles homens quando a informação que tinham era que apenas a garota havia sobrevivido. E todos armados, não deveriam estar protegendo seu vilarejo no momento do ataque?

Viu Browser avançar por entre seus companheiros para a dianteira do grupo mas nada fez, afinal a criatura apenas sentira a hostilidade que lhes fora dirigida. Sabe muito bem que se quisessem não precisariam nem de um movimento para matar aqueles homens, os mesmos não faziam idéia do perigo que passavam frente ao poder do grupo que passara por tamanho trabalho para chegar ao seu socorro sem muitos motivos para tanto.

Fou escreveu:- Azog-dono, por mais que concorde que essas pessoas deveriam se prostrar diante de nós, lembre-se que essa região esteve sobre ataque recentemente.

Teo pensa na frase do colega e entende a posição, mas caso quisessem atacar não perderiam tempo com diálogos e apresentações, viriam sorrateiros, ou ele viria pelo menos. Decide deixar para Azog e Fou a interação hostil e inútil. Ele sabe como intimidar as pessoas em conversas mas essa não era uma das situações onde isso seria necessário, muito pelo contrário, logo se absteve.

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Mensagem 23 Jun 2016, 18:41

Re: As Crônicas de Carne e Sangue - On

Azog escreveu:- Fomos informados que esta vila foi atacada por selvagens! Sou Azog, filho de Azog, da Casa de Kalevi, Senhores de Kalevala! Estes são meus companheiros e viemos exigir respostas e fazer Justiça!


A voz de Azog se fez mais grave que o habitual ele olhava duramente nos olhos do líder daquele grupo, ambos encaravam-se mutuamente, então o chão vibrou e um enorme manto de pele de mamute caiu num som abafado no chão e Browser avançou dois passos a cabeçorra do filho de Megalokk projetou-se sobre Azog em rosnados que exalavam um halito fétido de enxofre

Browser escreveu: - Grrr... Comer... cara


Com presteza e discrição Fou caminhou até o lado de Browser.
Fou escreveu:- "Acho melhor demonstrar menos hostilidade, Browser-kun, ainda temos que tratar essas pessoas com cordialidade mesmo elas não merecendo".
Browser rosnou em retorno, era impossível dizer se ele havia concordado, resmungado ou sequer tinha entendido.
Kaedros escreveu:Besta ignorante...


Alguns homens daquele bando, mais jovens, recuaram um passo mas os mais velhos mantiveram a posição, mas armas foram inclinadas fazem a luz do sol refletir mais claramente no metal, enquanto fazendeiros, criadores de porcos, mulheres e crianças normalmente recuariam diante de um monstro daqueles, aqueles homens mantiveram-se, preparados pra lutar, a tensão entre eles era sólida como o gelo, o líder cuspiu no chão.

-"Então temos algo em comum, milordi". Era um homem alto, vestindo pele de lobos e couro de rinoceronte lanoso. Ele deu um passo em direção a Azog, ambos estavam cara a cara, os olhos azuis do líder dos caçadores estavam fixos nos olhos vermelhos do príncipe hobgoblin. " Eu sou Jhortund, filho de Roghard, um dos muito Nilvuheins, também queremos respostas, mas dispensamos a justiça, isto serve para os chifres verdes pederastas das terras quentes! Nos acompanha até a pira?"

A tribo dos Nilvuheins tinha certa fama, bárbaros caçadores e criadores de rinocerontes, aquele deveria ser um dos vilarejos das tribos, os caçadores abriram caminho, Jhortund apontou o caminho com a lança, em direção ao centro do vilarejos, todos estavam em silêncio.
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Mensagem 23 Jun 2016, 18:53

Re: As Crônicas de Carne e Sangue - On

Azog assentiu, satisfeito. Os Nilvuheins eram conhecidos. Eram bárbaros, mas fortes e dignos de respeito.

Sem tirar os olhos dos homens à frente, ele diz aos companheiros:

- Acredito que não haverão problemas. Acalme-se, Browser.

Ele avança até a pira, aceitando o convite.

- Saudações, Jhortund filho de Roghard! Uma habitante desta vila, uma menina humana, veio à Kalevala, falando sobre um grupo de homens que haviam atacado seu povo. Viemos imediatamente. O que está acontecendo aqui?
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