Lendas de Arton - [ON]


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Mensagem 01 Out 2016, 14:55

Lendas de Arton - [ON]

Capítulo 0: Reunião em Callistia

Thas’sia:
Na esperança de mudar a difamada imagem da família O’Nairick, você começou a investir em projetos filantrópicos para ajudar o reino e toda a Liga. Ao saber de boatos sobre uma fazenda de carpas, acreditou na possibilidade de um bom investimento e viajou para Callistia.

Caso a fazenda começasse a dar bons resultados, seria necessário contratar mais funcionários, aumentando a empregabilidade local bem como a economia. Isso ainda atrairia atenção para a região e mais tarde, poderia levar as fazendas para Nova Ghondriann, revertendo a redução populacional que o reino vem sofrendo.

Infelizmente, a semente maligna plantada por seu padrasto já havia dado frutos a muito tempo e “ela” não a deixaria fugir facilmente.

Até agora, nenhum dos seus projetos trouxe bons resultados devido a sabotagens constantes. A falta de poderio militar suficiente da Liga também não contribuía para o avanço dos seus esforços, além é claro das constantes cartas de ameaças.

A organização criminosa que possuía vínculos com seu padrasto ainda existe, mas agora é suficientemente independente. No entanto, pelo teor das cartas, parece haver utilidade em tê-la em uma aliança.

Até o momento, nada foi tentado diretamente contra você, mas infelizmente um de seus funcionários foi morto na semana anterior. Os boatos dizem que você o matou por ele ter escorregado e quebrado a porcelana, serviços mal prestados, ou simplesmente por capricho.

Você acreditava que viajando até Callistia, iria se livrar das ameaças, mas não foi bem o que aconteceu. Está difícil contratar mão de obra e seus empregados parecem suspeitar de você.


Kallyan:
Você está em uma missão importante em nome da Academia Arcana. Recentemente, uma clériga visitou a instituição e solicitou transporte até o Lar de Marah. A tarefa foi atribuída a você como uma forma de pagar pelas mensalidades e também crescimento pessoal.

A jornada seria longa, mas uma vez que estaria por perto, não custaria fazer uma visita a seus pais antes de seguir para o objetivo, um pequeno desvio inofensivo.
O único inconveniente era que Serra era um tanto chata e arrogante.

No caminho, conheceram uma monja chamada Fenyra. Aparentemente a moça estava viajando sem rumo definido pelo Reino e decidiu acompanhá-los.

A jornada teve alguns contratempos, mas felizmente, vocês chegaram a salvo em sua cidade natal e poderiam descansar da viagem na casa de seus pais.


Jack:
Após anos de carcere, finalmente você voltava a ativa, determinado a caçar o demônio que provocou sua prisão. Algum tempo na estrada, viajando de uma região a outra, trouxeram alguns boatos a seus ouvidos.

Histórias sobre tiranos das águas em Callistia que pareciam se assemelhar ao demônio da tormenta que caçava, atraíram sua atenção. Embora talvez não houvesse ligação com seu alvo principal, era sua melhor pista em muito tempo.

Sua busca o levou até uma das várias vilas pesqueiras de Callistia, mas infelizmente, os habitantes pareciam evitá-lo tanto quanto você preferiria evitá-los.


Fenyra:
Após separar-se de sua amiga Wenda, você viajou novamente para Valkarya, ficando o mais longe possível do Império. Desejava viajar pelos reinos enquanto aprimorava suas habilidades e conhecia o mundo, embora não tivesse uma ideia de para onde seguiria a partir dali.

Felizmente, graças a um empurrãozinho do destino, você esbarrou com um jovem casal, com um pássaro estranho, que partia de Valkarya rumo a Liga Independente. Não parecia ser uma região que merecia tanta atenção, mas poderia ser perigoso deixar um mago e uma clériga realizarem esse percurso sozinhos.

O rapaz chama-se Kallyan e a garota Serra. Ele é um estudante da renomada Academia Arcana que estava em um serviço de escolta e ela era apenas um pouco chata e muito arrogante, mas não uma pessoa ruim.

A viagem teve seus desafios e contratempos, como um ou outro bandido, mas nada que não pudessem resolver. E embora fosse irritante e provocasse alguns problemas, a sacerdotisa era muito eficiente em suas magias de cura.

O destino era o Lar de Marah em Nova Ghondriann, mas antes passariam na cidade natal do mago onde conheceriam sua família.
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Mensagem 01 Out 2016, 15:48

Re: Lendas de Arton - [ON]

Vila das Duas Quedas
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Kallyan havia ficado um bocado exasperado durante aquela viagem. Sacerdotisas de Marah eram conhecidas como alegres, festeiras e amigáveis, mas aquela garota só conseguia ser irritante – e ele poderia se sentir tentado a bater nela se não fosse a aura de paz que sentia quando estava perto. Simplesmente havia desistido de qualquer aproximação antes mesmo de deixarem Valkaria. Queria apenas terminar aquilo logo e voltar a seus estudos.

A viagem não melhorara muito com a presença de Fenyra. A tolloniense não era um incômodo como Serra, mas era muito quieta e pouco afeita a conversas. Além disso, ela parecia ter algo contra homens.

Pelo menos agora ele estava em casa.

A vila era conhecida como “Vila das Duas Quedas”, por ser construída em uma cachoeira – na verdade, duas quedas d’água. Mas hoje muitas pessoas começavam a se referir ao lugar como “Vila da Carpa”. É verdade que havia certa ponta de orgulho em Kallyan ao pensar nisso. Pois as carpas eram criadas por sua família e rendiam um dinheiro considerável – o suficiente para pagar parte de seus estudos. Na vila, os Carpas, como já começavam a ser chamados (embora Kallyan não apreciasse o “sobrenome”), eram vistos como ricos. Claro, Kallyan havia conhecido ricos de verdade em Valkaria e outras grandes cidades. Na capital do Reinado seus pais seriam vistos como pequenos burgueses, quando muito.

Isso era um bom indicativo do quanto as pessoas ali eram pobres, vivendo em casas rústicas e cruzando pontes aparentemente instáveis. Nem tanto, Kallyan sabia. Mas quem era de fora se assustava.

A fazenda propriamente, sua casa, era um pouco mais afastada, na parte anterior à cachoeira, com um grande espaço plano onde havia sido possível construir a piscina para a criação daqueles peixes delicados. Apesar disso todos ali viviam vidas simples.

Talvez a situação estivesse prestes a melhorar, entretanto, pois seu pai o informou de que uma possível investidora havia chegado de Nova Ghondriann para avaliar o negócio e propor sociedade. Seria uma ótima oportunidade, não só para os “Carpas”, mas para todos os vilões, pois os pais precisariam contratar mais pessoas – e os vizinhos eram a primeira escolha, obviamente.

Kallyan
Imagem
- Isso é muito bom, pai! Tenho certeza de que com algum investimento externo a fazenda começará a crescer mais.

Agora ali estava ele, passando alguns dias em casa, visitando os amigos (a vila fez uma festa quando o “futuro grande mago” chegou) e parentes. Mas não poderia se demorar muito, pois precisava levar Serra para seu destino, no Lar de Marah.
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Mensagem 01 Out 2016, 15:58

Re: Lendas de Arton - [ON]

A viagem até Calistia não era longa, mas as estrategias para fugir de possíveis emboscadas fez com que a viagem fosse mais longa do que o normal
Imagem''Milady? Chegamos…''

Eu não havia ouvido Tamary em chamar a atenção, estava entretida em minhas próprias preocupações tentando encontrar uma maneira mais segura de resolver os problemas que minha família criara
Imagem''Perdoe-me pela minha distração, Tamary. Estava eu aqui perdida em pensamentos.''

Olhei pela pequena janela da carruagem observando tudo e todos. Antes de sair pela pequena porta aberta por Tamary senti o cheiro típico de cidades ribeirinhas, olhei novamente em volta ignorando os olhares curiosos e seguindo em direção a estalagem, por mais que Tamary sempre tentasse diminuir qualquer esforço que eu tivesse fiz questão de carregar minha própria mala e falar diretamente com seja lá quem estivesse na gerência do local, por ser uma vila pequena considerei que as acomodações seriam mais simples do que eu estava acostumada.
Imagem''Minhas saudações, gostaria da melhor acomodação que dispuseras, por obsequio''
ImagemImagemImagem
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Registrado em: 09 Dez 2013, 18:13

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Mensagem 02 Out 2016, 13:51

Re: Lendas de Arton - [ON]

Fenyra chegaria em Valkaria apenas para conseguir um meio mais fácil de ir para outros reinos. Como, capital do Reinado, Valkaria tinha mais mercantes e mais viajantes vindo e indo para mais lugares de Arton.

Ao conhecer Kallyan e Serra, decidiu que seria o melhor lugar para seguir. Com poucos incidentes no percurso, Fenyra não se furtou em tentar fazer algum amizade com Serra, mas sua arrogância e chatice logo a afastaram. O garoto acadêmico poderia ser interessante para conversar sobre livros e outros assuntos menos comuns, mas ele parecia fechado. Então, a longa viagem até Callistia foi insuportavelmente entediante.

Ao chegar à Vila da Carpa, Fenyra maravilhou-se com a beleza do lugar. Era um ambiente quente (considerando seu reino natal, claro) e havia uma cachoeira. Indo para a fazenda de Kallyan ela ficou com vontade de se jogar no rio e aproveitar para relaxar após tanto tempo de viagem. Mas preferiu não falar nada a respeito. Quanto menos tempo ficassem na vila, menor seu desprazer de não aproveitar o lugar.
Fenyra
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Kallyan, quanto tempo ficaremos aqui?

Comenta em um dos dias hospedada na fazenda dos Carpa. Ela cochicha em seguida:
Fenyra
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Não vai demorar muito para aquela chata começar a reclamar...
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Mensagem 02 Out 2016, 17:08

Re: Lendas de Arton - [ON]

Povoado: Duas Quedas (Callistia)

Duas Quedas 7N
  • Taverna/Estalagem x 1 (10 PE cada)
  • Mercadores (5 PE)
  • Loja de Suprimentos (10 PE)
  • Templo Local (10 PE; Ninfas das Águas)
  • Sítio/Fazenda x 3 (5 PE cada)
  • Milícia (20 PE; Ningen)


Duas Quedas é um povoado bonito com duas quedas d'água que lhe renderam o nome. As estruturas são simples feitas com madeira, palha e o caule de algumas plantas aquáticas, com pontes e casas suspensas devido a época das cheias.
O lugar cresceu nos últimos anos graças ao negócio de carpas implantado na região.


Kallyan:

Ao voltar a sua terra, visitar seus pais é a primeira coisa em que pensa, seguindo o caminho enquanto cumprimenta seus vizinhos. Serra seguia mais atrás, parando para admirar as quedas locais.

Serra: - Nossa! essas quedas d’água são lindas!

A sacerdotisa lhe pareceu sincera. Ao menos, depois de tanto tempo viajando juntos, já sabia que ela não se incomodava em dizer o que pensava independente da situação.

Ao chegar em casa, seus irmãos não estavam, aparentemente tinham saído para brincar, mas seu pai lhe trazia boas notícias a respeito dos negócios.

Kall: - Sim filho e com isso, poderemos ajudar mais com as despesas da Academia. - Ele sorri.


Fenyra:

Admirada com a beleza do lugar, você se perde em seus devaneios, sonhando em repousar e aproveitar o lugar enquanto estivesse ali. Sabia que seria apenas uma parada temporária para recuperar as forças e colocar o pé na estrada novamente.

Serra era o tipo de pessoa que se envolvia em todo o tipo de problemas por se intrometer em tudo. Seus discursos sobre certo e errado até poderiam surtir algum efeito nas pessoas, se ela não falasse com tanta superioridade.
Por um momento, você se pega imaginando se ela não deveria ser devota a Keen invés de Marah. Em outro, todo o estrago que pode causar em um lugar feito para reabilitar criminosos.

Ao menos, não podia chamá-la de inútil. Serra em nenhum momento se recusou a ajudar quem estivesse ferido ou com problemas, sempre tomando a iniciativa de intervir em favor do mais fraco ou necessitado. O que muitas vezes colocava todos em alguma enrascada.

Você nota uma borboleta amarela voando e pousando nos cabelos da sacerdotisa, que a pega gentilmente.

Serra: - Eu sei que eu sou linda dona borboleta, mas eu não sou flor.

Ela liberta o pequeno animal que voa para longe.

Thas’sia:

A estalagem era humilde, tanto por fora quanto por dentro. O cheiro da mata e a umidade do ar eram agradáveis, lhe dando uma sensação completamente diferente das cidades grandes. Apesar da simplicidade, havia uma beleza única, não apenas no lugar como também em todo o povoado.
Infelizmente, sua falta de conhecimentos artísticos não lhe permitiam ter uma apreciação melhor.

Dono: - Dispu o que? Humm, não conheço esse tal de... Obizékio… Lamento, mas pergunte por aí, talvez alguém o conheça.

Obviamente, o dono do estabelecimento era igualmente humilde, causando uma falha de comunicação entre vocês. Tamary intervém na conversa para ajudá-la.

Tamary: - Perdão. Minha senhora quis dizer que deseja um quarto, o melhor que tiver por favor.

Dono: - Ah! Sim, sim, sim. Deveria ter dito logo. Nós não temos um “melhor quarto”, são todos iguais. Eu vou levá-las. Me acompanhem por favor.

O dono guia vocês até o andar superior, o cheiro característico da madeira era constante, mas não desagradável. Ele abre uma porta e apresenta um cômodo com duas camas individuais, com uma vela apagada sobre uma mesinha no centro, entre as camas, um armário móvel, duas cadeiras e duas prateleiras acima das camas. A janela no centro do quarto tinha uma bela visão das quedas e o ar puro que entrava por ela dava um toque especial aquele lugar.


Ciano:
Após deixar sua terra natal e tendo finalmente chegado na Liga, você percebeu que muitos humanos são naturalmente desconfiados com não humanos. Era difícil estabelecer uma boa conversa, embora eles não fossem mal educados. Era apenas, diferente de como as outras fadas o tratavam.

Mas esse era só o início de sua viagem e não poderia se deixar abater por algo assim. Tinha um mundo enorme para explorar fora de Pandsmânia que você nem podia imaginar. Com alegria e determinação em seu coração, você segue sua jornada, até perceber que se perdeu.

Para sua sorte, naquele Reino em particular, as Ninfas das águas são muito cultuadas por trazerem bom tempo para navegação e boa pesca os pescadores. Talvez alguma delas pudesse ajudá-lo.

A melhor forma de se encontrar as ninfas era seguir com o rio, o que lhe garantiria água e comida pelo caminho, desde que soubesse onde procurar. Durante sua caminhada pelas margens, que já durava alguns dias, você ouve um som diferente, era familiar, mas não ouvia a muito tempo, eram risos. Em algum lugar não muito longe, alguém estava rindo. Talvez fossem as ninfas.


Fynx:

Após começar sua jornada como aventureiro, você tomou conhecimento de suas habilidades ladinas e resolveu aprimorá-las. Boatos sobre uma guilda de ladinos que atuava na Liga Independente chegou aos seus ouvidos e isso despertou sua curiosidade. Caso se unisse a eles, poderia afiar seus talentos ainda mais.

Com esforço, você finalmente conseguiu fazer contato com um dos membros da guilda e descobriu que para ser aceito, deveria realizar algumas tarefas primeiro. Algo como uma iniciação.

Sua primeira tarefa foi deixar algumas cartas dentro de uma residência, sem ser percebido e sem espiar o conteúdo, você estaria sendo observado e avaliado o tempo todo.
Depois, teve de acrescentar ao guisado de uma pessoa de uma caravana escolhida, um tempero especial para realçar o sabor.
Atualmente, sua tarefa é observar uma meio-elfa recém chegada ao Povoado Duas Quedas e pegar um anel específico.

O anel fica a critério do Wiccan, mas eu imaginava algo de grande importância como um anel contendo o brasão da família.
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Mensagem 02 Out 2016, 19:20

Re: Lendas de Arton - [ON]

Fenyra
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Kallyan, quanto tempo ficaremos aqui?

Kallyan
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- Hm? Ah, não muito. Quero apenas conhecer essa investidora interessada na nossa piscicultura. O pai e a mãe têm talento para negócios, mas eu quer ter uma ideia melhor sobre ela. Não pretendo herdar a fazenda, mas quero ter certeza de que ela será uma boa sócia para meus pais.

A mulher sussurra em seu ouvido.

Fenyra
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Não vai demorar muito para aquela chata começar a reclamar...

Ele sussurra em resposta.

Kallyan
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- Nem me fale. Às vezes sinto vontade de manda-la para Galrasia.

Kallyan continua, cumprimentando os vizinhos, sorridente e de espírito alegre. Está em casa, afinal.

Serra
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- Nossa! essas quedas d’água são lindas!

Kallyan
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- Sim, são uma das belezas naturais de nosso reino!


Kall
- Sim filho e com isso, poderemos ajudar mais com as despesas da Academia.

Kallyan
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- Isso será bom! Assim não precisarei me desviar tanto de meus estudos para me dedicar a missões como... a missões!

Ele não queria dar a entender o quanto aquela em particular estava sendo desagradável.

Kallyan
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- Agora, deixe-me apresentar para vocês. Essa é Fenyra, uma aventureira que se juntou a nós no caminho. E esta é Serra. É uma clériga de Marah que estamos escoltando.

Kallyan
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- Agora, pai, vou poder conhecer essa pessoa interessada em nossas carpas?
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Mensagem 02 Out 2016, 21:46

Re: Lendas de Arton - [ON]

Fynx sabia, pelo tamanho do povoado, os poucos lugares onde alguém como seu alvo poderia ficar. Se não conhecesse alguém e fosse ficar hospedada em sua residência iria para a única estalagem local. Ele vai para a rua da estalagem e fica a uma certa distância, apenas observando para saber de quem se tratava. Devia ser algo fácil dada a descrição que recebeu.

Até o momento não havia se empolgado por nada em Duas Quedas, mantendo o foco na missão. É um lugar pacato e simples, e ele já vira muitos desses. Snivy descansava em seu ombro, entediado.

Vou usar Furtividade pra ficar em um local pouco visado, de preferência entre duas casas ou algo assim, fora da vista. Se o Snivy chamar a atenção ele vai usar Invisibilidade, sabe que isso pode atrapalhar.
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Mensagem 03 Out 2016, 08:25

Re: Lendas de Arton - [ON]

Logo depois de ganhar liberdade de seu cativeiro, Jack recomeçou seu treinamento do zero. A criatura que queia caçar era capaz de enfrenta-lo em igual em seu auge e agora graças a seu tempo de "ferias" ele nem se comparava com seu eu antigo. A melhor maneira de treinamento sempre foi a pratica e ao ouvir que certos Tiranos das aguas possuem aparência parecida do ser que procura resolveu averiguar, mesmo que não fosse ela (seria muita sorte e azar) poderia fazer daquilo um degrau para se fortalecer. Ao chegar em um pequena vila ele se põe a procurar informações mesmo que não goste de se misturar com seres tão fracos e sem instinto.
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Mensagem 03 Out 2016, 10:11

Re: Lendas de Arton - [ON]

Fenyra considerava Serra uma menina bastante intrometida e, por isso, chata. Esses traços de personalidade - intromissão e arrogância - eram as piores possíveis para a jovem tolloniense. Por isso, mesmo reconhecendo seu lado bondoso, disposição em ajudar e utilidade em grupo, Fenyra apenas se resumia a ser educada quando acionada para uma conversa com a sacerdotisa de Marah.

Dentro da casa do anfitrião Kallyan, Fenyra andava de braços cruzados com um semblante mundano, exalando desinteresse no interior da casa. Sua mente viajava para os rios e a possibilidade de usar poucas roupas sem sentir frio como em sua terra natal, onde as águas termais eram até raras.
Kallyan
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- Agora, deixe-me apresentar para vocês. Essa é Fenyra, uma aventureira que se juntou a nós no caminho. E esta é Serra. É uma clériga de Marah que estamos escoltando.

Fenyra é retirada de seu transe com um susto, mas sorri ao ver o pai de Kallyan, o senhor Kall.
Fenyra
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Olá, é um prazer em conhecê-lo. Você tem uma bonita casa.

Disse tentando seguir algum protocolo formal, uma vez que teria teto e comida de graça por conta deste homem.
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Registrado em: 13 Jan 2015, 21:24

Mensagem 03 Out 2016, 10:50

Re: Lendas de Arton - [ON]

Finalmente algo familiar- Pensou o Fauno - Bem, essas Nixies serão as primeiras fadas estrangeiras que encontrarei, melhor me arrumar. Se tiver sorte, vai que acho um Näkki charmoso por lá.
Sorrindo com seus pensamentos, Ciano começa a levemente alterar sua aparência. Os pelos tingidos de azul, em suas pernas, cabelos e barbicha, se tornam mais escuros. A tinta amarela em seus ombros cor de jatoba se torna igual as cores do rio e assume delicados padrões fluviais por suas costas e braços. Ele se mantem enfeitado com as pulseiras de fibra de cipó em seus pulsos e o medalhão anil em seu pescoço. Em sua bolsa trazia um kilt, mas só trajava as roupas quando precisava ficar com humanos.
Ele então se aproxima da fonte de risos em silêncio verificando antes de se apresentar com uma mesura feérica se os risos eram de fadas ou mortais.
Tudo que fiz aqui foi graças a Pequenos Desejos. Nixie é um dos nomes (pois existem muitos para cada local) das a ninfas das águas e
Em especial de rios. Näkki é um dos poucos nomes masculinos para um ninfo das águas.
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