Crônica II - Heróis


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Mensagem 28 Mar 2016, 14:57

Re: Crônica II - Heróis

John Lessard escreveu:
Não havia mais escolha. Sabbah sabia que que não poderia mais enfrentar aquele adversário no mano a mano, ou acabaria morto. Por isso encaixa mais uma flecha em seu arco, prende a respiração e dispara. A seta voa e a ponta se encaixa na brecha da armadura, uma fenda minúscula. Gilthunder resmunga, e ataca Kain em sua frente. A Lâmina corta na região das costelas, profundamente.

Mais atrás, uma última onda de frio emana de Alice. Em seguida a garota usa sua última gota de poder mágico e invoca mais uma vez a cobra translúcida. Gilthunder parece cambalear, a cobra dá seu bote, uma, duas, três vezes. Os dois primeiros mordidas no rosto e o último afundou suas presas na garganta. O cavaleiro se curva com o sangue escorrendo.


- Patético é você Gilthunder... indo atras de menininhas tolas e camponeses aleijados ou manetas ... mas agora você mexeu com a pessoa errada... eu sou diferente, eu sou a serpente que vai te devorar por inteiro, hahahahaha....

Alice bravateia quando Gilthunder se curva diante a seu poder, isso a deixava extasiada.

John Lessard escreveu:Não perdendo tempo, Hendrid avança com um grito e uma última tentativa. Sua adaga está em mãos, porém o que ele faz, ninguém esperava. Ele salta no ar, mas não para uma acrobacia, mas sim para um golpe ousado. O rapaz acerta o peito do ferido cavaleiro, em uma inacreditável voadora de dois pés. Gilthunder é arremessado para trás, batendo contra a carruagem destruída e deslizando derrotado.

Todos estão ofegantes e por alguns segundos, ninguém parece acreditar naquilo.


- Finalmente vocês acertaram ele.... foram bons golpes.... para camponeses, manetas e aleijados...hahaha...ai

Alice ria e sacaneava seus companheiros mas dessa vez podiam sentir um ironia saudável em vez do tom acido que sempre usa, então uma pontada de dor pelo cansaço e esforço a afligiu em suas costelas.

Lord Seph escreveu:O golpe acerta em cheio Kain e ele cambaleia, mas aparentemente ainda estava vivo e consegue ver o desenrolar da luta e um sorriso brota em seu rosto, mas antes de cair inconsciente Kain fala quase inaudível.

- Espero que não tenha morrido, bufão, eu ainda quero saber mais sobre o que está acontecendo.

E então tudo fica escuro.


"Parece que o sangue desceu de sua cabeça..... realmente temos que saber mais sobre o assunto.... Gilthunder era forte mas não muito inteligente para ter feito um plano que envolve sacerdotes "malignos"....

Alice riu quando pensou sobre ela mesma e a palavra maligno, mas seus pensamento logo foram interrompidos pela chegada dos legionários e milicianos.... e do padre gordo.

John Lessard escreveu:Hendrid está no chão zonzo, quando a primeira gota de chuva cai em seu rosto. Ao longe tochas surgem na escuridão. Legionários e milicianos se aproximam e junto deles, o clérigo gordo que vocês conheceram anteriormente, ele parece indicar algo, a principio sua voz é inaudível.

- ... Depois disso me escondi e eles perseguiram o traidor. Tomara que estejam todos vivos.


"Como se alguém como eu pudesse cair para seres de estirpe inferior.."

Isso era o que queria falar.... mas preferiu não se mostrar muito para os outros.

- Meu companheiro aqui esta muito ferido por favor, cuidem dele antes de mim! Eu estou bem.

Alice colocava sua mascara mais um vez, apontando para Aldred pros legionários.

John Lessard escreveu:Vocês começam a serem aparados, quando dois homens e um legionário cercam Gilthunder. O clérigo verifica Alicia, enquanto grita:

- Levem eles para o templo!


- Não se preocupe, vou vigiar Alicia até ela acordar.

Alice por sua natureza desconfiava de todos.... até mesmo desse padre gordo que chegou apenas no momento oportuno.....

John Lessard escreveu:Um dos guardas para entre todos e diz para seu superior, sob a chuva fina.

- Pelos deuses, que luta... Eles são heróis!


"Não.... eu sou uma serpente...."

Alice coloca seu capuz e sorri maliciosamente bem rápido protegida pela sombra do mesmo enquanto segue junto de Alicia para o templo.
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Mensagem 29 Mar 2016, 11:18

Re: Crônica II - Heróis

Sabbah suspirou, guardando o arco. Andou até o corpo desmaiado de Gilthunder, em busca de qualquer pertence interessante. Seria um desperdício deixar qualquer coisa na mão de quem quer que prendesse o homem. Não sorria mais. Agora estava focado. A adaga sussurrava para ele para beber sangue.
E então, os homens chegaram, guiados pelo clérigo. Se tivesse conseguido achar algo de útil no homem, guardaria consigo.

- Heróis? Você pode dizer que sim. - Sorriria. - Foi bem fácil até, o nosso Hendrid aqui venceria esse cara com uma mão só, não é?- Outro riso para si mesmo. Depois, antes de ser guiado para o tempo, iria até o tal superior com quem um dos soldados havia falado. - Se forem interrogá-lo, eu quero ser parte disso, pode ser? O desgraçado feriu a mim e a vários amigos, e quase matou a garota.

Palavras falsas escondendo uma intenção verdadeira.
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Mensagem 29 Mar 2016, 15:35

Re: Crônica II - Heróis

Hendrid sorri ao ver os legionários chegando. A voadora tinha dado muito certo, mas ele ainda precisava treinar mais o golpe.

-Não somos heróis, apenas fizemos o que era certo. Mas meus amigos precisam de ajuda, por favor levem eles logo para alguém que possa curá-los.

E depois, lembrando-se do verdadeiro motivo que os levou até ali, complementa:

-Como está Alicia?

Depois disso, ele escuta uma piada de muito mal gosto de Sabbah. Muito mal gosto mesmo. Mas decide ignorá-lo.

"O cara tá todo machucado, quase desmaiando, e ainda se presta a falar uma merda dessas. Mas que ele fique com as suas piadas, eu vou fazer alguma coisa de útil por aqui."

Hendrid, mais uma vez, insiste para que seus amigos fossem levados para o templo logo. Se os legionários demorassem, ele iria prestar primeiros socorros a Aldred ali mesmo.
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Mensagem 29 Mar 2016, 16:25

Re: Crônica II - Heróis

Epílogo

Desde do dia que se reuniram naquela taverna e partiram em uma missão de resgate, Gilthunder havia sido o inimigo mais formidável que haviam enfrentado. Um único homem, levou um grupo de cinco ao limite de suas forças. E alguns perto do fim da vida. Mas agora ele era levado pelas autoridades.

Alice se viu afastada da nobre e Sabbah não teve tempo de encontrar nada, e tudo que ouviu a respeito de seu pedido foi:

- Garoto não se meta nisso e além do mais, você está sangrando muito, vá se cuidar.

Rapidamente eles foram excluídos do que viesse a seguir, mas a verdade era que estavam feridos e completamente esgotados. Quando finalmente chegaram ao templo, encontraram um ambiente confortável. Um templo de Marah. O grupo logo foi socorrido por demais residentes do local.

Em instantes, estavam acomodados em um quarto circular, com cinco camas e ao lado de cada cama uma mesa com um vela. Finalmente um pouco de paz.

***

Aldred acordou no terceiro dia, completamente recuperado. Aparentemente foram usadas muitas magias para cura-lo totalmente e percebeu que ficaria com uma cicatriz. Sua cabeça girou ao olhar ao redor, mas nada grave.

Durante esse tempo os demais também puderam se recuperar, porém ainda ninguém é capaz de regenerar o braço perdido de Hendrid, aparentemente a clériga chefe está em peregrinação e só irá retornar daqui seis meses. Por enquanto não há noticias de Alicia e nem de Gilthunder, não até agora.

O clérigo gordo entra no quarto.

- Olá, me parece que todos estão bem - ele olha cada um no rosto - acho que devo resposta a todos. Pois bem, Alicia está bem e salva, foi visitar seu tio em Malpetrim para contar sobre toda a tragédia que se abateu em sua família e deve estar de volta dentro de alguns dias, ela deixou um presente para vocês e espera encontra-los em seu retorno - ele apanha um saco pesado ao lado da porta e deixa sobre a mesa - bom, e existe algo mais... Uma pessoa quer vê-los - ele se retira e indica para que alguém entre.

Uma moça adentra o quarto. Ela veste uma capa com capuz, porém logo revela seu rosto. Seus cabelos são de um loiro prateado, os olhos lilás e a pele branca e delicada.

- Olá - ela encara cada um - Sou Victoria e imagino que vocês sejam os heróis que salvaram lady Alicia duas vezes e derrotaram Sir Aldric Gilthunder. Eu preciso de ajuda, na verdade, minha mãe precisa... Ela foi envenenada, e só existe uma forma de salva-la... Não temos dinheiro, mas podemos... - ela hesita por alguns instantes, então fixa o olhar em Hendrid - Ela pode fazer o braço dele crescer novamente!

FIM DA CRÔNICA II.

-----------------------
2.500 TO para o grupo.
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Mensagem 30 Mar 2016, 09:58

Re: Crônica II - Heróis

A luta havia acabado, mas as respostas não tinham vindo. Kain ficou pensativo nesses últimos dias em que não tinha nada a ser feito a não ser esperar.

Shabbat e Alice aparentavam estar a vontade e Hendrid pelo visto estava disposto a se adaptar a sua nova condição. Mas Kain estava inquieto e o motivo era seu passado, quanto mais tempo demorava mais seus irmãos estariam aumentando sua influência e era seu dever impedir eles.

Kain decide conversar com algumas pessoas, mas como esperado nada de útil ele descobre e quando Aldred finalmente acorda eles recebem a recompensa pelo ocorrido e aparentemente uma visita. Kain pede para o clérigo para pedir que ela aguardar um pouco, pois desejava conversar com o grupo antes de qualquer coisa. Kain conta o dinheiro e divide igualmente 500TOs para cada. 500 TO, uma verdadeira fortuna para alguns, mas para Kain era só dinheiro sem sentido. Ele pega 300 e deixa 200 para hendrid, pois ele precisaria mais.

- Isso é para você Hendrid, tente ter mais juízo a partir de agora, se lembre que não seremos jovens para sempre, exceto os elfos e Halflings, esses parecem nunca envelhecer. E tente preservar aquilo que realmente é importante e nunca mais faça o que tentou fazer anteriormente na luta com Gilthunder.

Kain então olha para Shabbat e Alice.

- Vocês dois também deveriam pensar mais no futuro, vocês podem pensar que são invencíveis devido a suas idades, mas como viram esse mundo não é nada gentil, então tentem valorizar aqueles que lhe ajudam e principalmente não pensem que os meios justificam os fins.

Kain então se vira para Aldred.

- E você, sei que é cabeça dura e inconsequente, mas tente ver além daquilo que está diante de si. Tivemos sorte com os bandoleiros e com Gilthunder, mas os deuses não aplaudem suicidas. Não sei se continuarão juntos depois de tudo isso. Eu sei que gostaria de continuar com vocês, mas pode não parecer, mais minha presença é uma ameaça a vida de vocês. Estou a caça de meus irmãos e de todos envolvidos em seus negócios e eles estão lidando com coisas realmente sérias. Se acha que Gilthunder foi difícil, com meus irmãos é ainda pior.

- Deixarei vocês por segurança de vocês, talvez voltemos a nos encontrar e caso precisem estarei a disposição. Deixarei isso aqui com você, Aldred. É o Anel de minha família, hoje não tem nenhum valor e é capaz de trazer problemas a vocês se ficarem mostrando, mas prestem atenção ao símbolo, talvez meus irmãos ainda o usem para demonstrar poder.

- Bem, me vou. Foi um prazer trabalhar com vocês, apesar das circunstâncias e não fiquem chateados com minha ida, a vida de aventureiro é assim mesmo. As vezes perdemos, as vezes ganhamos, mas enquanto estivermos vivos podemos continuar lutando ou aproveitar uma aposentadoria, mesmo que prematura.

Kain fica alguns segundo esperando as eventuais respostas dos seus companheiros, mas se lembra de um detalhe.

- Melhor se apressarem, ainda tem uma dama esperando ver vocês.

Havia um sorriso sincero em Kain. Ele realmente havia gostado deles, lembrava a família que ele perdeu.
Melhor queimar do que apagar aos poucos.
-Neil Young.
o lema dos 3D&Tistas
"-seremos o ultimo foco de resistência do sistema"
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Mensagem 30 Mar 2016, 10:11

Re: Crônica II - Heróis

Aldred
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O pisão em seu peito. O sorriso triunfante de Gilthunder. Aldred lembrou desses últimos momentos e engasgou. Acordou subitamente em uma cama em um local frio. Outras camas estavam ali e, aos poucos, o jovem valkariano reconheceu os rostos de todos. Estavam bem, pelo visto.

"Alicia?" Pensou, mas não encontrou palavras.

Um pouco depois lhe foi dito que uma cicatriz iria permanecer em seu peito. Uma marca eterna do combate contra Gilthunder. Apesar do cavaleiro ter sido derrotado, Aldred sentia-se como se ele mesmo tivesse fracasso na batalha. Claro que ele estava ferido - e iria reclamar com Kain sobre isso posteriormente - mas mesmo assim, ele tinha obrigação de vencer. Suas técnicas eram superiores. Suas armas. Havia muito a se treinar, muito a se evoluir.

- Olá, me parece que todos estão bem - ele olha cada um no rosto - acho que devo resposta a todos. Pois bem, Alicia está bem e salva, foi visitar seu tio em Malpetrim para contar sobre toda a tragédia que se abateu em sua família e deve estar de volta dentro de alguns dias, ela deixou um presente para vocês e espera encontra-los em seu retorno - ele apanha um saco pesado ao lado da porta e deixa sobre a mesa - bom, e existe algo mais... Uma pessoa quer vê-los.


"Moedas de ouro... não me interesso por isso." Pensou Aldred. Afinal, ele era rico. Seus pais eram famosos ex-aventureiros do Protetorado do Reino. Nunca sentiu falta de nada. Mas então, pensou que deveria pegar sua parte do ouro, afinal, não podia depender para sempre de seus pais.

Então, Kain pede para falar a sós com o grupo antes da entrada de outra pessoa.

Aldred vê como Kain toma à frente e separa o dinheiro do grupo. E fica contente, afinal, Kain estava se saindo um bom líder, apesar da tomada errada de decisão quando destruiu a carroça na caça à Gilthunder.

Depois de dar 200 TO a mais para Hendrid, Aldred se toca que deveria fazer o mesmo. Afinal, Hendrid perdeu o braço para salvá-lo.

- Hendrid tome todas minhas moedas. Não preciso disso por enquanto. - Assim, Aldred separar seus 500 tibares de ouro para Hendrid.

Depois de ouvir o sermão para Alice e Sabbath, Aldred começa a estranhar.

- E você, sei que é cabeça dura e inconsequente, mas tente ver além daquilo que está diante de si. Tivemos sorte com os bandoleiros e com Gilthunder, mas os deuses não aplaudem suicidas. Não sei se continuarão juntos depois de tudo isso. Eu sei que gostaria de continuar com vocês, mas pode não parecer, mais minha presença é uma ameaça a vida de vocês. Estou a caça de meus irmãos e de todos envolvidos em seus negócios e eles estão lidando com coisas realmente sérias. Se acha que Gilthunder foi difícil, com meus irmãos é ainda pior.


"Não sou cabeça dura, você que fez merda na caça ao Gil..." Aldred pensou e ia começar a falar, mas...

- Deixarei vocês por segurança de vocês, talvez voltemos a nos encontrar e caso precisem estarei a disposição. Deixarei isso aqui com você, Aldred. É o Anel de minha família, hoje não tem nenhum valor e é capaz de trazer problemas a vocês se ficarem mostrando, mas prestem atenção ao símbolo, talvez meus irmãos ainda o usem para demonstrar poder.

- Bem, me vou. Foi um prazer trabalhar com vocês, apesar das circunstâncias e não fiquem chateados com minha ida, a vida de aventureiro é assim mesmo. As vezes perdemos, as vezes ganhamos, mas enquanto estivermos vivos podemos continuar lutando ou aproveitar uma aposentadoria, mesmo que prematura.


Aldred recebe o anel e fica sem reação.

- Espera, Kain, você se saiu bem como líder, precisamos de você, porra! Que se dane seus irmãos, vamos bater neles depois! Não faz sentido você enfrentá-los sozinhos agora que tem um grupo forte.
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Mensagem 30 Mar 2016, 10:29

Re: Crônica II - Heróis

Kain sorri ao ver a reação de Aldred.

- Não somos um grupo forte, somos verdes ainda e verdes demais para o que vou enfrentar. Você me vê como líder, mas eu cometi muitos erros, podia ter impedido toda aquela carnificina se ao menos tivesse decidido mostrar a cabeça daqueles cultistas, ou pelo menos feito o Gilthunder repensar sua estratégia.

- Não desejo ver a morte de vocês por causa de mim, mas não é como eu fosse morrer. Estou indo para Malpetrim, pretendo ficar lá por um tempo até encontrar respostas tanto sobre meus irmãos, quanto sobre mim mesmo. Talvez voltemos a nos ver. O mundo pode ser grande, mas amigos sempre podem se reencontrar em momentos de necessidade.

- MAs eu mandarei notícias, não se preocupe e talvez vocês conheçam alguém que cuide de vocês até voltarmos a nos ver.
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Mensagem 30 Mar 2016, 10:58

Re: Crônica II - Heróis

DEPOIS DE TODO MUNDO POSTAR A INTERAÇÃO COM KAIN

Vendo que não teria jeito, Aldred apenas aceita o fato de Kain deixá-los. Assim...
Uma moça adentra o quarto. Ela veste uma capa com capuz, porém logo revela seu rosto. Seus cabelos são de um loiro prateado, os olhos lilás e a pele branca e delicada.

- Olá - ela encara cada um - Sou Victoria e imagino que vocês sejam os heróis que salvaram lady Alicia duas vezes e derrotaram Sir Aldric Gilthunder. Eu preciso de ajuda, na verdade, minha mãe precisa... Ela foi envenenada, e só existe uma forma de salva-la... Não temos dinheiro, mas podemos... - ela hesita por alguns instantes, então fixa o olhar em Hendrid - Ela pode fazer o braço dele crescer novamente!


Aldred observa a moça e fica encantado com sua beleza. A imagem de Alicia vem a sua mente no mesmo instante e ele volta a focar nas palavras da moça.

- Muito prazer, Victoria - Aldred se levanta de sua cadeira, caminha até ela, segura em sua mão e a beija, um cumprimento cortês e muito civilizado. - Me chamo Aldred Castell Maedoc Terceiro. E nós vamos ajudá-la. - Ele olha para o resto do grupo, esperando que concordem. - Em outras circunstâncias nós recusaríamos o ouro, mas como nosso amigo, membro mais forte e poderoso do grupo está debilitado com sem seu braço, vamos aceitar a cura como recompensa. Agora, por favor, conte-nos mais detalhes sobre o seu problema.

Aldred, depois, voltou a prestar atenção nas palavras da jovem Victoria de beleza exótica e estonteante...


DEPOIS.
Quando a moça sair ou quando houver oportunidade, Aldred vai falar com o clérigo rechonchudo:
- Senhor clérigo. Por gentileza, poderia deixar uma mensagem para milady Alicia quando ela retornar? Diga-lhe que gostaria de encontrá-la assim que resolvermos esta nova querela. Voltarei para Altrim para visitá-la. - E sorri genuinamente. Mas algo estava diferente em seu coraçao.
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Mensagem 31 Mar 2016, 03:02

Re: Crônica II - Heróis

John Lessard escreveu:Desde do dia que se reuniram naquela taverna e partiram em uma missão de resgate, Gilthunder havia sido o inimigo mais formidável que haviam enfrentado. Um único homem, levou um grupo de cinco ao limite de suas forças. E alguns perto do fim da vida. Mas agora ele era levado pelas autoridades.

Alice se viu afastada da nobre. Rapidamente eles foram excluídos do que viesse a seguir, mas a verdade era que estavam feridos e completamente esgotados. Quando finalmente chegaram ao templo, encontraram um ambiente confortável. Um templo de Marah. O grupo logo foi socorrido por demais residentes do local.



Alice ficou possessa de ter sido afastada e ponderou em matar aqueles legionários e milicianos.... primeiro ela tem que que fazer o trabalho deles não apenas uma mas duas vezes e ainda eles tem a "coragem" de tentar afastar ela como se fosse alguém que não tivesse nada com o assunto?.... mas estava exausta, seus poderes esgotados e seus companheiros quase todos caidos, ela iria deixar essa para depois... saberia de Gilthunder e de Alicia, eles querendo ou não.

John Lessard escreveu:Aldred acordou no terceiro dia, completamente recuperado. Aparentemente foram usadas muitas magias para cura-lo totalmente e percebeu que ficaria com uma cicatriz. Sua cabeça girou ao olhar ao redor, mas nada grave.

Durante esse tempo os demais também puderam se recuperar, porém ainda ninguém é capaz de regenerar o braço perdido de Hendrid, aparentemente a clériga chefe está em peregrinação e só irá retornar daqui seis meses. Por enquanto não há noticias de Alicia e nem de Gilthunder, não até agora.


Nos 3 dias que ficaram no templo Alice não perdeu tempo, requisitou livros, pergaminhos e tomos que tivessem no templo e continuou a pesquisar sobre sua origem, dificilmente encontraria alguma coisa mas melhor que ficar esperando sem fazer nada sem falar que importunava as clérigas para trazer seus confortos.... mais almofadas, doces, melhores iguarias, pedidos de abanadoras.... e se reclamassem que não tinham dinheiro para tal ou que tinha que realizar outras, Alice simplesmente jogava moedas de ouro na direção delas falando que era "doação" ou para cobrir os custos..... Se ela iria ficar ali iria ficar confortável, todos poderiam achar ali já confortável mas eles são apenas camponeses incultos e ela era Alice.... e foi assim que ela passou os dias até que o padre gordo voltou.

Qualquer que quiser se juntar a Alice em seus Confortos extras é bem vindo ela não liga... fica apenas falando sobre o lugar é pequeno e desconfortável mas agora dava para suportar.


Aldred escreveu:O pisão em seu peito. O sorriso triunfante de Gilthunder. Aldred lembrou desses últimos momentos e engasgou. Acordou subitamente em uma cama em um local frio. Outras camas estavam ali e, aos poucos, o jovem valkariano reconheceu os rostos de todos. Estavam bem, pelo visto.


Alice olha para o levantar súbito de Aldred de cima de uma montanha de almofadas [e sendo abanada se o mestre considerar o acima.] e da um sorriso e volta e ler um pequeno livro que estava em sua posse.

- Boa Dia, "heroi"... Teve bons sonhos?

John Lessard escreveu:O clérigo gordo entra no quarto.

- Olá, me parece que todos estão bem - ele olha cada um no rosto - acho que devo resposta a todos. Pois bem, Alicia está bem e salva, foi visitar seu tio em Malpetrim para contar sobre toda a tragédia que se abateu em sua família e deve estar de volta dentro de alguns dias, ela deixou um presente para vocês e espera encontra-los em seu retorno - ele apanha um saco pesado ao lado da porta e deixa sobre a mesa - bom, e existe algo mais... Uma pessoa quer vê-los - ele se retira e indica para que alguém entre.



Kain escreveu:Kain pede para o clérigo para pedir que ela aguardar um pouco, pois desejava conversar com o grupo antes de qualquer coisa. Kain conta o dinheiro e divide igualmente 500TOs para cada. 500 TO, uma verdadeira fortuna para alguns, mas para Kain era só dinheiro sem sentido. Ele pega 300 e deixa 200 para hendrid, pois ele precisaria mais.


Quando Kain pediu para a outra esperar mais um pouco Alice olha ele de relance e acha estranho mas depois volta a ler como antes.

caso alguem esteja dividindo os "luxos" com Alice ela estará lendo e conversando com o individuo.


Kain escreveu:- Isso é para você Hendrid, tente ter mais juízo a partir de agora, se lembre que não seremos jovens para sempre, exceto os elfos e Halflings, esses parecem nunca envelhecer. E tente preservar aquilo que realmente é importante e nunca mais faça o que tentou fazer anteriormente na luta com Gilthunder.

Kain então olha para Shabbat e Alice.

- Vocês dois também deveriam pensar mais no futuro, vocês podem pensar que são invencíveis devido a suas idades, mas como viram esse mundo não é nada gentil, então tentem valorizar aqueles que lhe ajudam e principalmente não pensem que os meios justificam os fins.


- Os fins sempre justificam os meios.... esse é o mundo que vivemos... e não fui eu que perdi algum membro do meu corpo.... e deveria saber mesmo tendo pouco tempo de convívio, muita coisa que digo é da boca para fora... ou não, hahaha.

Falava Alice num tom sarcástico sem tirar os olhos do seu livro.

Kain escreveu:Kain então se vira para Aldred.

- E você, sei que é cabeça dura e inconsequente, mas tente ver além daquilo que está diante de si. Tivemos sorte com os bandoleiros e com Gilthunder, mas os deuses não aplaudem suicidas. Não sei se continuarão juntos depois de tudo isso. Eu sei que gostaria de continuar com vocês, mas pode não parecer, mais minha presença é uma ameaça a vida de vocês. Estou a caça de meus irmãos e de todos envolvidos em seus negócios e eles estão lidando com coisas realmente sérias. Se acha que Gilthunder foi difícil, com meus irmãos é ainda pior.


-Ha...

Kain escreveu:- Deixarei vocês por segurança de vocês, talvez voltemos a nos encontrar e caso precisem estarei a disposição. Deixarei isso aqui com você, Aldred. É o Anel de minha família, hoje não tem nenhum valor e é capaz de trazer problemas a vocês se ficarem mostrando, mas prestem atenção ao símbolo, talvez meus irmãos ainda o usem para demonstrar poder.


-Ha...

Kain escreveu:- Bem, me vou. Foi um prazer trabalhar com vocês, apesar das circunstâncias e não fiquem chateados com minha ida, a vida de aventureiro é assim mesmo. As vezes perdemos, as vezes ganhamos, mas enquanto estivermos vivos podemos continuar lutando ou aproveitar uma aposentadoria, mesmo que prematura.


Aldred escreveu:Aldred recebe o anel e fica sem reação.

- Espera, Kain, você se saiu bem como líder, precisamos de você, porra! Que se dane seus irmãos, vamos bater neles depois! Não faz sentido você enfrentá-los sozinhos agora que tem um grupo forte.


Kain escreveu:Kain sorri ao ver a reação de Aldred.

- Não somos um grupo forte, somos verdes ainda e verdes demais para o que vou enfrentar. Você me vê como líder, mas eu cometi muitos erros, podia ter impedido toda aquela carnificina se ao menos tivesse decidido mostrar a cabeça daqueles cultistas, ou pelo menos feito o Gilthunder repensar sua estratégia.

- Não desejo ver a morte de vocês por causa de mim, mas não é como eu fosse morrer. Estou indo para Malpetrim, pretendo ficar lá por um tempo até encontrar respostas tanto sobre meus irmãos, quanto sobre mim mesmo. Talvez voltemos a nos ver. O mundo pode ser grande, mas amigos sempre podem se reencontrar em momentos de necessidade.

- MAs eu mandarei notícias, não se preocupe e talvez vocês conheçam alguém que cuide de vocês até voltarmos a nos ver.


Alice então desce de seu "Pedestal" de almofadas e vai em direção a Kain demostrando uma cara de choro coma intenção de abraça-lo..... e quando chega perto muda para uma cara de deboche e abaixa os braços.

- Você acha sua família perigosa? Você devia conhecer a minha avó.... aquilo é o avatar de Sartan......

Alice começou com uma deboche como sempre mas dessa vez podiam ver que era algo mais suave em tom, como uma brincadeira de amigos.

- Mas já que faz tanta questão de ir embora, não irei te segurar.... cada um sabe do caminho que deve tomar, mas realmente é uma pena.... tinha começado a conseguir aturar você.... e lembre-se ninguém nasce sabendo de tudo.... tirando eu logico, que bem.... sou EU.

Mudando usando um tom mais serio inicialmente e depois um debochado Alice volta para seu pedestal e continuar a ler e sem tirar os olhos do livro termina.

- Sabbah e eu já tínhamos combinados de fazer um "visitinha" para minha familia.... caso queria podemos arranjar para "visitar" a sua também....

Kain escreveu:- Melhor se apressarem, ainda tem uma dama esperando ver vocês.

Havia um sorriso sincero em Kain. Ele realmente havia gostado deles, lembrava a família que ele perdeu.


- Ela que espere.... isso é mais importante.

Só vou postar sobre o depois do Kain ir embora quando todos se despedirem e ele responder.
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Mensagem 31 Mar 2016, 08:46

Re: Crônica II - Heróis

Estranhamente, para Kain, a resposta de Alice era esperada. Ele apenas sorri e fala.

- Podemos estar em Petrynia, mas isso não quer dizer que tudo seja uma mentira, apesar que você aparenta estar escondendo muita coisa em uma reles mentira infantil. Mas tudo bem, se é essa sua escolha nada posso fazer. Só se lembre que sozinha no mundo suas chances de sobrevivência não será das mais altas.

Kain então passa a mão na cabeça de Alice para embaraçar seus cabelos.

- Se cuide e não precisam se arriscar por mim, qualquer coisa eu entro em contado.
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