Crônica III - Sangue Sagrado


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Mensagem 29 Mar 2016, 16:26

Crônica III - Sangue Sagrado

Capítulo 1
Salvação


Kain havia ido embora. Aquele que lutara lado a lado com todos, havia partido, para uma missão pessoal. Será que o veriam de novo? O grupo se via diante de uma missão e uma chance de Hendrid ter seu braço de volta.

Victoria sorriu de leve quando dois membros já aceitaram, mesmo antes dela dizer do que se tratava. Mesmo assim reuniu coragem e começou:

- Minha mãe foi envenenada por um demônio, um veneno especifico e misterioso, que a mata aos poucos, mas existe algo que ela acredita que pode cura-la... A essência de um celestial, o problema é que se encontra em um templo abandonado aos pés das Montanhas Kenora e bem, o lugar foi tomado por seres vis, que são liderados por um monstro que carrega o fogo da morte nas mãos... Pelo menos é o que dizem - ela junta as mãos e abaixa a cabeça - Por favor! Salvem minha mãe! Minha amiga Klaire irá com vocês... Klaire, pode entrar!

Então uma jovem pálida e de vestes negras entra no recinto, cabelos ruivos e uma aura estranha.

- Esta é Klaire! Ela queria ir sozinha, mas nunca permitiria isso. Caso aceitem, podem se preparar da maneira que quiserem, só peço que não demorem muito, não sei quanto tempo minha mãe tem.

Ela encara todos esperando uma resposta final.
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Mensagem 01 Abr 2016, 21:23

Re: Crônica III - Sangue Sagrado

Aldred olha para Klaire e, subitamente, a dama em perigo deixou de ser o atrativo principal de sua atenção.

"Que mocinha é essa, cara?" pensou o jovem valkariano enquanto sentia seu coração palpitar mais forte. À vista de todos, Aldred parecia com olhos mais arregalados, fazendo uma análise da ponta do cabelo, das vestes negras, até os sapatos da moça. A aura estranha apenas acrescentou ao pacote de mistério.

Depois de coçar seu queixo levemente barbado, ele olha para Alice com um sorriso bobo e enigmático. Depois, volta-se para Victoria e Klaire.

- Não se preocupem. Vamos partir imediatamente. Todos parecem já bem descansados. Não é, pessoal?

Depois, dirigindo-se apenas para Klaire.

- Eu sou Aldred, muito prazer, milady. - Ele faz uma reverência simples abaixando a cabeça. - Estes são seus novos colegas nessa empreitada. O garoto lefou é Sabbath, a menina é Alice e o rapaz ali é Hendrid.

Aldred veste sua camisa laranja com seus rasgos sem se preocupar com aparências. Pega sua espada, retira um pouco da bainha para analisar o fio negro e depois a embainha novamente, prendendo-a na cintura.

- Vamo lá?
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Mensagem 02 Abr 2016, 04:37

Re: Crônica III - Sangue Sagrado

John Lessard escreveu:Kain havia ido embora. Aquele que lutara lado a lado com todos, havia partido, para uma missão pessoal. Será que o veriam de novo? O grupo se via diante de uma missão e uma chance de Hendrid ter seu braço de volta.

Victoria sorriu de leve quando dois membros já aceitaram, mesmo antes dela dizer do que se tratava. Mesmo assim reuniu coragem e começou:

- Minha mãe foi envenenada por um demônio, um veneno especifico e misterioso, que a mata aos poucos, mas existe algo que ela acredita que pode cura-la... A essência de um celestial, o problema é que se encontra em um templo abandonado aos pés das Montanhas Kenora e bem, o lugar foi tomado por seres vis, que são liderados por um monstro que carrega o fogo da morte nas mãos... Pelo menos é o que dizem - ela junta as mãos e abaixa a cabeça - Por favor! Salvem minha mãe! Minha amiga Klaire irá com vocês... Klaire, pode entrar!

Então uma jovem pálida e de vestes negras entra no recinto, cabelos ruivos e uma aura estranha.

- Esta é Klaire! Ela queria ir sozinha, mas nunca permitiria isso. Caso aceitem, podem se preparar da maneira que quiserem, só peço que não demorem muito, não sei quanto tempo minha mãe tem.

Ela encara todos esperando uma resposta final.


Aldenor escreveu:Depois de coçar seu queixo levemente barbado, ele olha para Alice com um sorriso bobo e enigmático. Depois, volta-se para Victoria e Klaire.

- Não se preocupem. Vamos partir imediatamente. Todos parecem já bem descansados. Não é, pessoal?

Depois, dirigindo-se apenas para Klaire.

- Eu sou Aldred, muito prazer, milady. - Ele faz uma reverência simples abaixando a cabeça. - Estes são seus novos colegas nessa empreitada. O garoto lefou é Sabbath, a menina é Alice e o rapaz ali é Hendrid.

Aldred veste sua camisa laranja com seus rasgos sem se preocupar com aparências. Pega sua espada, retira um pouco da bainha para analisar o fio negro e depois a embainha novamente, prendendo-a na cintura.

- Vamo lá?


Alice repousa o livro em seu peito, da uma olhada nas duas percebendo olhar de Aldred e fala asperamente de cima de seu "pedastal" de almofadas.

- Errr, não obrigada. Pode mandar a próxima pessoa que precisa de ajuda entrar caso exista uma, se não já pode ir embora...... e pode levar a outra coitada com você, minha cota de caridade ja é gasta toda com esse tontos aqui.

Logo em seguida volta a ler sem preocupações.
Editado pela última vez por Senimaru em 03 Abr 2016, 02:09, em um total de 2 vezes.
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Mensagem 02 Abr 2016, 09:51

Re: Crônica III - Sangue Sagrado

Aldred suspira levemente e vai até Alice em seu "pedestal" de almofadas. Ele sorri meio brincalhão, passando sua mão sobre os cabelos dela.

- Tem certeza disso, mocinha? Nós vamos mesmo se você ficar. E acho que você tem muito a perder se ficar pra trás. Nessa viagem até Kenora podemos aprender mais, melhorar nossas capacidades e ganhar algum renome por aqui. Sem falar que podemos pilhar tesouros do templo abandonado. Lembre-se, nenhuma "aventura" é gratuita.

Ele diz isso enquanto sua mão passeia pelos cabelos da menina, até que passa pelo rosto dela: pela bochecha e depois pelo queixo. Ele se aproxima bastante do rosto dela neste momento.

- A gente vai se divertir bastante, Alice. E nós precisamos de você. E eu preciso bastante de você. Sabe que correremos muito perigo caso tu não for, não é? Não se preocupa nem um pouquinho com seus colegas com os quais passou tantas dificuldades juntos?
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Mensagem 02 Abr 2016, 16:11

Re: Crônica III - Sangue Sagrado

Aldenor escreveu:Aldred suspira levemente e vai até Alice em seu "pedestal" de almofadas. Ele sorri meio brincalhão, passando sua mão sobre os cabelos dela.

- Tem certeza disso, mocinha? Nós vamos mesmo se você ficar. E acho que você tem muito a perder se ficar pra trás. Nessa viagem até Kenora podemos aprender mais, melhorar nossas capacidades e ganhar algum renome por aqui. Sem falar que podemos pilhar tesouros do templo abandonado. Lembre-se, nenhuma "aventura" é gratuita.

Ele diz isso enquanto sua mão passeia pelos cabelos da menina, até que passa pelo rosto dela: pela bochecha e depois pelo queixo. Ele se aproxima bastante do rosto dela neste momento.

- A gente vai se divertir bastante, Alice. E nós precisamos de você. E eu preciso bastante de você. Sabe que correremos muito perigo caso tu não for, não é? Não se preocupa nem um pouquinho com seus colegas com os quais passou tantas dificuldades juntos?


Alice espera Aldred terminar de falar enquanto faz uma cara encabulada (falsa) e quando termina muda para um rosto de indiferença dando uma livrada na cabeça dele o fazendo ele soltar dela.

- Eu não sou a Alicia "heroi".... E você esqueceu? EU... sou... rica... e qual o problema de vocês.... só ver um rabo de saia que parecem ogros no cio. Além do mais tudo ta tudo mal explicado, seu mentecapito....

Alice com uma cara zangada desde de seu pedestal e se dirigi a um jarro com agua.

- Primeiro muito estranho esse desfecho com Gilzinho.... nem adianta falar que não porque ele é.... Alicia some sem falar nada para as pessoas que salvaram não apenas uma mas DUAS vezes a sua vida, sem falar que ela só faltava levantar o vestido dela e dizer me "possua".... urgh, vulgar.

Alice bebé um grande gole de água antes de continuar.

- Ai como passe de magica aparece alguém para nos levar para longe com um pretexto extremamente mal contado...

Alice então olha diretamente a Victoria.

- Essa historia de um demônio envenenou minha mamãezinha não ta funcionando querida! Se quer realmente que eu concorde com essa pedido pode falando o que sabe.... e se eu suspeitar de uma virgula, uma misera virgula.... bem digamos que é melhor eu não suspeitar de nada..... e pelo amor de qualquer maldito deus que vocês rezem, PAREM DE MEXER NO MEU CABELO!

Alice termina voltando para seu "pedestal" esperando um resposta enquanto arruma seus cabelos.
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Mensagem 03 Abr 2016, 15:29

Re: Crônica III - Sangue Sagrado

Nos seus tempos de gladiador, Hendrid conheceu muitas pessoas que não se importavam com nada além de si mesmas. Alice, agora, parecia ser uma delas. A desculpa que ela encontrava para se recusar a ajudar uma garota e sua mãe não fazia o menor sentido (talvez ele esteja tão fascinado pela ideia de ter seu braço de volta que não consiga pensar na possibilidade de a mesma ser apenas uma falsa esperança).

-Po, Alice, que isso? Ela só precisa de ajuda, não precisa ser neurótica.

-Desculpem pelo que ela disse, moças, é claro que nós vamos ajudar.
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Mensagem 03 Abr 2016, 15:51

Re: Crônica III - Sangue Sagrado

Adred suspira largando os ombros

- Corroboro com as desculpas de Hendrid, milady Victoria e Klaire. Mas como Alice disse, precisamos de mais informações. E isso não significa que não vamos ajudá-las. É claro que vamos. Só precisamos entender mais sobre a situação, localidade, inimigos, motivações, etc... pra acalmar a garotinha aqui.

Aldred passa NOVAMENTE sua mão sobre o cabelo de Alice e ri. (ULTRAIMPLICANTE MODE ON)
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Mensagem 04 Abr 2016, 17:56

Re: Crônica III - Sangue Sagrado

Klaire sente a bile subir a garganta ao ver a atitude de Aldred, para piorar Alice era tão desagradável quanto a maioria dos nobres eram. Ela apenas suspira e decide falar.

- Eu entendo sua preocupação, pequena Alice, mas acho que vocês não entendem a de vocês. Sim, vocês salvaram Alicia e posso afirmar que todos estão garantidos, mas quem vocês pensam que são exatamente?

Klaire mostra um olhar totalmente sério e sem emoção alguma.

- Vocês realmente acham que terão respostas depois do papelão dos nossos atuais regentes deram a permitir tamanho relapso? Posso não ser nobre como a senhorita, mas posso garantir que vocês são vistos apenas como meros mercenários após esses eventos.

Klaire analizava cada um naquele recinto enquanto falava.

- Ao meu ver vocês tem sorte por ainda estarem vivos, mas não a culpo por sua desconfiança. Se desejam tanto assim mais respostas creio que Victoria poderá falar o que precisa e se quiser pode usar seus podetes nela e em mim para ver os fatos.

- Mas pesso que seja breve, temos que partir o quanto antes e espero que comprem o que for necessário, isso claro se ainda quiserem me acompanhar.

- E por favor, Senhor Madoc, pesso que respeite Alice. Além dela ser uma criança ela disse que não gosta desse tipo de abuso.

Olhos de Klaire brilhavam em hostilidade ao falar essas últimas palavras.
Melhor queimar do que apagar aos poucos.
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"-seremos o ultimo foco de resistência do sistema"
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Mensagem 04 Abr 2016, 18:00

Re: Crônica III - Sangue Sagrado

Sabbah apenas observava seu grupo discutindo com um sorriso no rosto. Brincava com uma faca, a rodando pelos dedos, enquanto seus olhos vermelhos encaravam fixamente a tal cliente.

- Primeiro de tudo, eu não sou um herói. Sou um mercenário, o que significa que não trabalho de graça. Espero pagamento à altura de qualquer perigo que enfrentemos, com acréscimos em caso de perdas como o braço de Hendrid no evento de sucesso. Segundo... Podem me dar licença um segundo? Alice, venha comigo um instante.- Sabbah iria segurar o pulso de Alice e fazer um sinal com a cabeça para que ela o seguisse até o lado de fora do cômodo.- Venha comigo. Agora.

Caso ela não oferecesse resistência, Sabbah iria esperar até que ambos estivessem do lado de fora e sozinhos e segurar a cabeça da garota: - Escute... É óbvio que a tal Victoria não nos falou tudo. É capaz a própria vadia ter envenenado a mãe, não seria a primeira vez que eu vi isso. Diabos, eu já envenenei nobres quando estava treinando, e adivinha só? Quase sempre era um irmão ou uma filha que mandavam. Ou o mordomo. Mas esses costumam trabalhar com a gente. - Informação "deixada vazar", tática velha. Ele não era carismático, tinha que usar a inteligência.- Já ouviu falar de algum demônio que envenena? Eles fazem pactos, eles amaldiçoam, eles fazem muitas coisas... Mas veneno é banal demais. Agora, você vai entrar lá e nós dois vamos falar que vamos aceitar esse trabalho, e se chegar à esse ponto, eu te ajudo a matar essa nobre, a outra e até a maldita mãe dela, você me entendeu?

Falaria isso de maneira controlada, quase sem emoção. E também falaria baixo, para que ficasse apenas entre eles.
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Mensagem 04 Abr 2016, 18:45

Re: Crônica III - Sangue Sagrado

Aldenor escreveu:Adred suspira largando os ombros

- Corroboro com as desculpas de Hendrid, milady Victoria e Klaire. Mas como Alice disse, precisamos de mais informações. E isso não significa que não vamos ajudá-las. É claro que vamos. Só precisamos entender mais sobre a situação, localidade, inimigos, motivações, etc... pra acalmar a garotinha aqui.

Aldred passa NOVAMENTE sua mão sobre o cabelo de Alice e ri. (ULTRAIMPLICANTE MODE ON)


- Garotinha? De quem você acha que esta falan.....

Então Aldred mais uma vez passa a mão no cabelo de Alice causando uma pontada de furia em seus olhos.

Lord Seph escreveu:Klaire sente a bile subir a garganta ao ver a atitude de Aldred, para piorar Alice era tão desagradável quanto a maioria dos nobres eram. Ela apenas suspira e decide falar.

- Eu entendo sua preocupação, pequena Alice, mas acho que vocês não entendem a de vocês. Sim, vocês salvaram Alicia e posso afirmar que todos estão garantidos, mas quem vocês pensam que são exatamente?

Klaire mostra um olhar totalmente sério e sem emoção alguma.

- Vocês realmente acham que terão respostas depois do papelão dos nossos atuais regentes deram a permitir tamanho relapso? Posso não ser nobre como a senhorita, mas posso garantir que vocês são vistos apenas como meros mercenários após esses eventos.

Klaire analizava cada um naquele recinto enquanto falava.

- Ao meu ver vocês tem sorte por ainda estarem vivos, mas não a culpo por sua desconfiança. Se desejam tanto assim mais respostas creio que Victoria poderá falar o que precisa e se quiser pode usar seus podetes nela e em mim para ver os fatos.


-Com quem você acha que esta falando? Acha mesmo que não pensei nessa possibilidade? Tolice! Muita tolice... até entenderia se tivesse falando desses dois idiotas aqui.

Alice então solta um olhar cheio de raiva para Aldred e Hendrid.

- Mas pelo menos vejo que usas a cabeça para mais alguma coisa que ter cabelo.... diferente desses imbecis aqui.

Lord Seph escreveu:- Mas peço que seja breve, temos que partir o quanto antes e espero que comprem o que for necessário, isso claro se ainda quiserem me acompanhar.


- Eu já disse minha queridinha, quero detalhes ou nada feito!

Lord Seph escreveu:- E por favor, Senhor Madoc, pesso que respeite Alice. Além dela ser uma criança ela disse que não gosta desse tipo de abuso.

Olhos de Klaire brilhavam em hostilidade ao falar essas últimas palavras.


- Criança?....

Alice então da um pequeno sorriso.

- Minha cara, tu não poderias estar mais enganada....

Maggot escreveu:Sabbah apenas observava seu grupo discutindo com um sorriso no rosto. Brincava com uma faca, a rodando pelos dedos, enquanto seus olhos vermelhos encaravam fixamente a tal cliente.

- Primeiro de tudo, eu não sou um herói. Sou um mercenário, o que significa que não trabalho de graça. Espero pagamento à altura de qualquer perigo que enfrentemos, com acréscimos em caso de perdas como o braço de Hendrid no evento de sucesso. Segundo... Podem me dar licença um segundo? Alice, venha comigo um instante.- Sabbah iria segurar o pulso de Alice e fazer um sinal com a cabeça para que ela o seguisse até o lado de fora do cômodo.- Venha comigo. Agora.


- "Venha comigo, POR FAVOR" é o certo..... mas não se preocupe te ensino direitinho depois....

Depois do comentário sarcástico Alice segue Sabbah para fora do comodo.

Maggot escreveu:Caso ela não oferecesse resistência, Sabbah iria esperar até que ambos estivessem do lado de fora e sozinhos e segurar a cabeça da garota: - Escute... É óbvio que a tal Victoria não nos falou tudo. É capaz a própria vadia ter envenenado a mãe, não seria a primeira vez que eu vi isso. Diabos, eu já envenenei nobres quando estava treinando, e adivinha só? Quase sempre era um irmão ou uma filha que mandavam. Ou o mordomo. Mas esses costumam trabalhar com a gente. - Informação "deixada vazar", tática velha. Ele não era carismático, tinha que usar a inteligência.- Já ouviu falar de algum demônio que envenena? Eles fazem pactos, eles amaldiçoam, eles fazem muitas coisas... Mas veneno é banal demais. Agora, você vai entrar lá e nós dois vamos falar que vamos aceitar esse trabalho, e se chegar à esse ponto, eu te ajudo a matar essa nobre, a outra e até a maldita mãe dela, você me entendeu?

Falaria isso de maneira controlada, quase sem emoção. E também falaria baixo, para que ficasse apenas entre eles.


Alice com um movimento das mãos tira as mãos de Sabbah dela e puxa ele pela gola.

- Acha que eu não sei disso mentecapto? Sei mais disso que possa imaginar ou ainda não percebeu que não pode julgar um livro pela sua capa...

Então ela solta a gola de Sabbah e continua.

- O problema é como as coisas estão andando, tudo esta muito "facil" por assim dizer.... alem do mais por que a gente deveria aceitar o pedido dela? Não vejo o por que... se for por causa do braço do aleijado, ele já deve ter tibares o suficiente para conseguir um novo... E jamais fale comigo novamente como se eu fosse uma idiota como os outros... Se quiser minha colaboração com seja la o que for que faz, eu quero saber de tudo.... em troca saberá sobre mim e me ajudará na minha... acordo?

Alice estende o braço a Sabbah para sela o acordo caso ele aceite.
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