Tormenta Alpha - Crônicas da Tormenta (OFF)

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Aquila
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Re: Tormenta Alpha - Crônicas da Tormenta (OFF)

Mensagem por Aquila » 25 Jul 2018, 10:59

Kaidre escreveu:Me explica o que aconteceu com Kelaste e Glorienn?
Havia muitas coisas para acontecer, mas, no fim, ficou apenas como um primeiro contato entre o sacerdote e sua deusa patrona.

Eu já disse o quanto eu esperava esse tipo de contato, pois eu acho que o papel dos sacerdotes como verdadeiros representantes divinos deve ser muito mais valorizado dentro do cenário, fugindo do padrão do mero conjurador divino, mas, no fim, achei melhor fazer isso de forma gradual, sem ferir o que temos como verdade sobre os deuses. Isso porque, quanto maior a interação entre os sacerdotes e seus patronos, mais eles devem abraçar seus papeis como representantes divinos, o que vai contra a ideia de grupo que estamos construindo. Pode ter certeza de que naquele momento, Glórienn ficou tentada a ajudar de todas as formas possíveis, mas não podia, pois seus poderes são apenas uma sombra do que eram.

Naquele momento, ela estava a ponto de revelar uma vantagem que pode beneficiar a busca de Kelaste, e que ajudaria o grupo indiretamente, mas não teve tempo, pois seu senhor percebeu sua ação e ela interrompeu a mensagem (porque a conexão dela com seus fiéis não é da conta dele). E isso aconteceu porque eu revisei o que temos sobre a deusa, sobre sua condição, e resolvi manter o padrão, embora claramente tenha usado uma versão menos direta (usando o fato de que a Devoção presente no Kit Escravo não significa necessariamente entrega absoluta).

O fato é que havia um detalhe final que eu resolvi não incluir na cena do Kelaste, pois criaria mais dúvidas do que soluções, mas acho que posso incluir na sequência, se quiserem arriscar.
  • Logo depois que a conexão é quebrada e a névoa começa a se dissipar, Kelaste percebe um brilho no meio das pedras do círculo druídico. Antes de desaparecer, Glórienn deixou cair algo de sua mão. O que ela deixou cair? Um anel, ou uma chave?
Então, o que acham?

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Padre Judas
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Re: Tormenta Alpha - Crônicas da Tormenta (OFF)

Mensagem por Padre Judas » 26 Jul 2018, 10:02

Aquila escreveu:O fato é que havia um detalhe final que eu resolvi não incluir na cena do Kelaste, pois criaria mais dúvidas do que soluções, mas acho que posso incluir na sequência, se quiserem arriscar.
  • Logo depois que a conexão é quebrada e a névoa começa a se dissipar, Kelaste percebe um brilho no meio das pedras do círculo druídico. Antes de desaparecer, Glórienn deixou cair algo de sua mão. O que ela deixou cair? Um anel, ou uma chave?
Então, o que acham?
Acho que se é relevante, então é melhor incluir. Mas é bom assumir que Kelaste vai pegar o objeto e descrever o que ele é exatamente. Acho que PbF demanda esse tipo de postura.

Eu realmente não tenho o que postar agora. A pergunta que me foi feita por Karen (e que eu não havia visto ainda) já foi respondida por Calista. Fico no aguardo por enquanto.
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Re: Tormenta Alpha - Crônicas da Tormenta (OFF)

Mensagem por Aquila » 26 Jul 2018, 11:01

O objeto nesse caso é um símbolo da presença de Glórienn, algo para não deixar a cena passiva demais (isso foi tudo?), mas a escolha fica a cargo do mago. Claro que ele não determina a real natureza do objeto, apenas o que é, pois esse tipo de escolha sim vai além do que se espera de um PbF normal (pelo menos por enquanto). Mas é preciso deixar claro que se Kelaste deixar o santuário sem ver o brilho, significa que Glórienn não deixou cair nenhum objeto.

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Re: Tormenta Alpha - Crônicas da Tormenta (OFF)

Mensagem por Kaidre » 26 Jul 2018, 19:37

Difícil decidir isso. Quando invoquei a Glórienn, eu (jogador), só queria aprender a magia para esconjurar mortos-vivos. Mas se você tem planos para algo melhor e mais interessante, quem sou eu para me opor.

Aliás, agora me veio uma ideia inspirada pelas palavras do Judas logo acima. Se há um determinado evento, mas que é relativamente pequeno, como depender de um "sim" ou "não" por exemplo, ao invés de esperar a atualização de mestre e jogadores, pode ser melhor jogar aqui no OFF. Assim evita-se uma descrição grande para um problema pequeno e de rápida resolução.

No mais, tenho um último acréscimo. Talvez Kelaste deva mudar de Teurgista para Pregador. Ele quer trazer de volta o culto a Glórienn e restaurar sua cultura. E com o poder abusar da paciência, o kit não muda nada para o personagem atualmente.

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Re: Tormenta Alpha - Crônicas da Tormenta (OFF)

Mensagem por Aquila » 26 Jul 2018, 21:06

Não vejo problema em mudar para Pregador, mas também não vejo problema em continuar como Teurgista e começar a pregar, afinal, essa é uma das atribuições principais do Clérigo. Mas, antes disso, veja se Pregador é realmente o que procura, pois é comum um personagem ser atraído por Sincretismo e depois esquecer o que o arquétipo do kit representa, que é justamente ser um clérigo menos aplicado aos seus deveres, por assim dizer. O oposto do que Kelaste se propõe, eu diria.

Como a própria descrição do kit diz, um Pregador é um sacerdote que não costuma seguir devotamente os dogmas que prega, realizando pequenos pecados ou transgressões aqui e ali, mas que não afetam suas atividades gerais. O que não atrai a atenção de um deus maior com dezenas de sacerdotes, pode ter certeza, mas certamente vai irritar um deus menor, que precisa de toda a atenção possível para manter seu poder.

Não é a toa que Glórienn respondeu ao chamado de Kelaste, pois sentiu o interesse do sacerdote.

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Re: Tormenta Alpha - Crônicas da Tormenta (OFF)

Mensagem por Padre Judas » 27 Jul 2018, 13:50

Acho que se é pra interpretar um clérigo é melhor fazer isso por completo. É a parte divertida, inclusive.
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Re: Tormenta Alpha - Crônicas da Tormenta (OFF)

Mensagem por Kaidre » 29 Jul 2018, 17:00

Acho que meio que preciso de alguma dica nesse sentido.

Kelaste quer recuperar a cultura de seu povo, mas não acho que isso seja algo com o que ele incomodaria seus colegas, uma vez que ninguém mais é elfo.
Só se tivesse alguma missão para recuperar algum artefato antigo de sua cultura ou algo assim.

Derrotar a Aliança Negra também é uma boa motivação, mas acho que isso cabe ao grupo todo sem nem precisar ser dito eu imagino.

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Re: Tormenta Alpha - Crônicas da Tormenta (OFF)

Mensagem por Aquila » 29 Jul 2018, 17:55

Acho que nesse momento o melhor é se concentrar na interação com os demais personagens, tentar criar os vínculos que ainda não conseguimos desdo o início da aventura, deixando para desenvolver o lado pessoal como uma consequência. Kelaste e Cornélia são os últimos remanescentes do grupo original, mas não lembro deles terem trocado mais do que algumas palavras desde que se conheceram, então são praticamente estranhos, e isso tem impacto em suas missões.

A missão de Kelaste como clérigo, bem como o desenvolvimento de Cornélia como Libertadora, devem surgir naturalmente depois de um pouco de diálogo, pois os demais personagens podem dar ideias aos outros, além de ajuda direta, claro, assim que souberem das motivações de cada um. Do contrário, arriscamos debandar o grupo por falta de interesse entre objetivos.

Cornélia poderia começar perguntando ao elfo sobre o boato que ouviu sobre um armeiro elfo recluso que estava desenvolvendo armas de fogo para lutar contra a Aliança Negra, por exemplo, algo que interessa a ambos os personagens (podem considerar o boato como parte da aventura).

Não há maneira certa ou errada de interpretar um clérigo, pois isso depende do estilo de cada e jogador, mas acho que uma boa forma de começar é assumindo uma postura mais devota, ostentando o símbolo sagrado, criando frases de efeito, mudando nomes de magia, esse tipo de coisa. Mas o principal é que não precisa ter pressa, pelo menos enquanto o grupo está envolvido com a missão atual.

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Re: Tormenta Alpha - Crônicas da Tormenta (OFF)

Mensagem por Kaidre » 29 Jul 2018, 19:14

Aquila escreveu:Acho que nesse momento o melhor é se concentrar na interação com os demais personagens, tentar criar os vínculos que ainda não conseguimos desdo o início da aventura, deixando para desenvolver o lado pessoal como uma consequência. Kelaste e Cornélia são os últimos remanescentes do grupo original, mas não lembro deles terem trocado mais do que algumas palavras desde que se conheceram, então são praticamente estranhos, e isso tem impacto em suas missões.
Bem lembrado. Vou começar a trabalhar nisso.
Está comigo Judas?
Aquila escreveu:A missão de Kelaste como clérigo, bem como o desenvolvimento de Cornélia como Libertadora, devem surgir naturalmente depois de um pouco de diálogo, pois os demais personagens podem dar ideias aos outros, além de ajuda direta, claro, assim que souberem das motivações de cada um. Do contrário, arriscamos debandar o grupo por falta de interesse entre objetivos.
Libertadora tipo de Valkaria? Desculpe, não estou lembrado do background da personagem. Vou rever quando terminar de responder.
Agora, se existe a possibilidade de que seus interesses se alinhem então seria muito legal. Embora depois de se tornarem bons amigos eu não veria problemas em ajudá-la mesmo que não tivesse nada a ganhar com isso. Aliás, acabo de me recordar que dei a ela uma poção de MP caríssima.
Aquila escreveu:Cornélia poderia começar perguntando ao elfo sobre o boato que ouviu sobre um armeiro elfo recluso que estava desenvolvendo armas de fogo para lutar contra a Aliança Negra, por exemplo, algo que interessa a ambos os personagens (podem considerar o boato como parte da aventura).
Houve um boato como esse? Eu só lembrava sobre um elfo que o cavaleiro do vilarejo falou. Infelizmente só lembro isso. Coisas como o nome dos personagens e o que faziam já me fugiram da memória.
Entretanto, lembro que Kelaste precisa contactar o Fausto VIII. Só preciso aprender a magia certa para isso.
Aquila escreveu:Não há maneira certa ou errada de interpretar um clérigo, pois isso depende do estilo de cada e jogador, mas acho que uma boa forma de começar é assumindo uma postura mais devota, ostentando o símbolo sagrado, criando frases de efeito, mudando nomes de magia, esse tipo de coisa. Mas o principal é que não precisa ter pressa, pelo menos enquanto o grupo está envolvido com a missão atual.
Infelizmente não tenho me sentido confortável com clérigos. Ando sentindo que me falta alguma coisa. Talvez seja por Glóreinn ser meio apagada. Se bem me lembro, interpretar o Samuel não era tão difícil. Mas devo admitir que senti um pouco de dificuldade com o Kanas que era igualmente clérigo de Wynna.
Por hora, vou resumir os objetivos do Kelaste em adquirir experiência como pessoa e no convívio social, buscando o que é necessário para atingir seu objetivo final. Simplificando, ele agirá apenas como um devoto simples e não como um sacerdote tentando espalhar a palavra. Ao menos por enquanto. Assim deve ser mais fácil.
É aceitável?

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Re: Tormenta Alpha - Crônicas da Tormenta (OFF)

Mensagem por Aquila » 29 Jul 2018, 19:38

Kaidre escreveu:Houve um boato como esse? Eu só lembrava sobre um elfo que o cavaleiro do vilarejo falou. Infelizmente só lembro isso. Coisas como o nome dos personagens e o que faziam já me fugiram da memória.
Esse boato é novo, aproveitando o que discutimos anteriormente, sobre atualizações pequenas em OFF. Na verdade, depois de considerar esse boato, fiquei pensando que pode ser uma boa ideia deixar que os próprios personagens comecem seus boatos.

Se eu entendi bem o comentário anterior do Padre Judas, ele considera que esse tipo de liberdade é arriscado (isso vai um pouco além da escolha entre um anel e uma chave), mas eu lembro que nem todos os boatos têm fundamento, e a verdade vai depender de muitas coisas (ou seja, decisão do mestre), então, se isso ajudar a integrar os personagens na história, acho que seria uma boa arriscar. Mas podemos falar disso na sequência, depois da missão atual.
Kaidre escreveu:Entretanto, lembro que Kelaste precisa contactar o Fausto VIII. Só preciso aprender a magia certa para isso.
Na verdade, Fausto já foi contactado por Elaine, a irmã de Morien, uma estudante da Academia Arcana. Kelaste comentou sobre o médico logo depois do incidente com os goblins, e o cavaleiro usou o contato que tem com a irmã para agilizar o pedido, então agora é apenas questão de tempo até ele chegar no baronato.
Kaidre escreveu:Por hora, vou resumir os objetivos do Kelaste em adquirir experiência como pessoa e no convívio social, buscando o que é necessário para atingir seu objetivo final. Simplificando, ele agirá apenas como um devoto simples e não como um sacerdote tentando espalhar a palavra. Ao menos por enquanto. Assim deve ser mais fácil. É aceitável?
Completamente aceitável. Acho que essa é a melhor forma de descobrir o que o personagem realmente quer fazer, sem tentar impor nenhum tipo de comportamento. Eu considero que os personagens ainda estão na fase de desenvolvimento.

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