Registrado em: Domingo, 17 de Agosto de 2008 Mensagens: 7 Localização: Acaraú
Enviada: Seg Jan 26, 2009 5:33 pm Assunto: [Novo Cenário] Rapsódia: Anjos e Demônios
Gostaria de presentar aos frenquentadores desse fórum, um cenário muito novo, que trás elementos bem interessantes. A idéia é fazê-lo multissistema, mas por enquanto utilizaremos as Regras de D&D para os primeiros trabalhos.
Pra começar gostaria de apresentar as palavras iniciais da pessoa que deu origem ao Projeto - Alex Iskizitu.
"Inicialmente uma idéia minha, Alex Pongitori, o Projeto Rapsódia costumava ser uma iniciativa, solitária, de escrever um mundo de fantasia fantástica para RPG. O projeto era algo pequeno que eu pretendia expandir, sozinho, aos poucos. Contudo, apresentei a idéia à dois amigos (Alexandre Nordestinus e Mestre Emilson) e eles acharam que tinha potencial. Logo fizemos algumas mudanças e definimos competências. Hoje o projeto está praticamente parado, apesar que eu continuo escrevendo ou revisando os textos esporádicamente.
Rapsódia: Anjos e Demônios: é um cenário que combina elementos de Fantasia Medieval Clássica com a Época Renascentista, motivado por Tormenta, e que bebe na fonte de outros cenários e ambientações, HQs, Games e Cinema. Este cenário apresenta situações clássicas de RPG Medieval, com características únicas e marcantes. As aventuras acontecem em Rapsódia, um mundo que assemelha-se em, proporções à Lua, numa época combinada de Idade Média e Renascimento, onde elementos de diferentes épocas e culturas como Cavaleiros, Cruzados, Vikings, Mosqueteiros, máquinas a vapor, pólvora, etc., combinam-se dando forma ào que Rapsódia é.
Rapsódia: Rapsódia é uma palavra de origem grega. As rapsódias são trechos de poemas épicos contados pelos rapsodos. As grandes poesias homéricas originaram esse termo, e como mitologia grega influencia praticamente todo RPG resolvemos adotar esse nome. Na verdade uma rapsódia representa bem o que vivemos numa mesa de RPG, as sessões são as rapsódias, que são partes de algo maior e épico.
Anjos e Demônios: Os Anjos e Demônios são uma característica bem relevante e inerente do cenário. Os Anjos são uma referência aos deuses bons e os Demônios aos deuses maus, por assim falar. Não somente nesse contexto, mas em toda uma profusão de situações resultantes da interação desses elementos. Anjos representam o bem, a ordem, a paz, o bem-estar, a saúde, o sucesso, equanto que os Demônios representam os aspectos contrários, o mal, o caos, a guerra, a agonia, a morte, a derrota. Esse conflito de forças ideológicas antagônicas é o símbolo do cenário, representado fisicamente através de Anjos e Demônios.
Logo em breve trarei mais informações à respeito do cenário. Enquanto isso, aguardo opiniões quanto ao que foi apresentado."
Registrado em: Domingo, 17 de Agosto de 2008 Mensagens: 7 Localização: Acaraú
Enviada: Sex Jan 30, 2009 2:18 pm Assunto:
Em nossa última discussão frente a frente, eu e meus dois companheiros de criação de mundo, decidimos escrever um continente de cada vez. O continente escolhido foi Eminarod, o que eu estava desenvolvendo sozinho, no inicio dos trabalhos.
Com esse metodo de trabalho começarei a apresentar alguns textos do continente de Eminarod, para a apreciação dos interessados.
O primeiro Texto:
Chegada a Eminarod
Bem-vindos estranhos! Vocês estão para conhecer o maior e melhor continente de Rapsódia, com suas alegrias e tragédias. Saibam desde o início que este é um lugar de guerras e intrigas, e sendo assim, vocês precisão de um guia, para que não tenham problemas com autoridades locais ou vagabundos de rua.
Tudo é possível neste lugar. Qualquer coisa e qualquer tipo de pessoa podem ser encontrados aqui. Até mesmo humanos! Hoje vivemos em uma espécie de trégua momentânea, mas não se enganem: a qualquer momento os conflitos podem recomeçar.
Que conflitos, vocês me perguntam?! “A guerra dos povos”! É assim que todos se referem as constantes guerras entre as raças deste continente. Tudo começou há muito tempo, sendo que ninguém pode dizer a data exata.
São várias as versões para o caso, mas a mais aceita é a de que há muito tempo os Drows, os Elfos Negros do norte, iniciaram uma guerra para tentar conquistar todos os subterrâneos do continente. O problema é que os Drows não sabiam que os seus futuros adversários eram mais difíceis de serem batidos do que aparentavam. Depois de anos de conflitos com o reino mais próximo, o dos Anões, os Drows decidiram mudar de estratégia. Utilizando métodos mais sutis, enviaram espiões ao reino dos Elfos de sul, para iniciarem provas falsas de que os Anões preparavam-se para atacá-los. O plano funcionou perfeitamente. E sem demora os elfos investiram contra os anões. Sabendo disso os Drows reiniciaram seus ataques aos Anões. Foi uma época difícil para o povo anão, sofrendo ataques simultâneos do norte e do sul. Mas depois de alguns anos os elfos descobriram a verdade. Envergonhados se uniram aos anões no combate contra os Drows, como um pedido de desculpas.
Mas não falemos mais de dias tristes, vamos conhecer os povos e seus reinos. Nessa imensidão de terras do continente de Eminarod, você vai encontrar seis regiões bem distintas. “A Morada dos Anões”, que tem em Slaphir seu principal reino. “Floresta Élfica”, o lar dos Elfos Sul, Aêria é o seu principal reino. Existem ainda “As Terras Geladas”, seu principal reino é Espyra. “Mar de Areia”, lar do Githzerai, com Taius sendo seu principal reino. E por ultimo “A Terra dos Pesadelos”, onde não existem reinos, apenas o mal.
As raças não poderiam ser mais exóticas, veja só:
Anões são decididos e teimosos. Resistentes e fortes. Não reclamam do trabalho. Valoriza tudo o que é feito com pedras preciosas ou feitos simplesmente de pedras.
Drows são maus e metidos a conquistadores. Vivem nos subterrâneos das terras geladas do norte e não têm relações amistosas com os outros povos. Se sentem superiores e escravizam outras raças.
Elfos são belos e sábios nas suas casas em meio às florestas. Onde às vezes você não sabe o que é morada ou árvore. Não gostam de conflitos e nem de se misturarem aos outros povos, mas desde a descoberta do erro que cometeram com os anões, mudaram bastante.
Githzerais são disparados o povo mais exótico de todo Eminarod. Possuem um código de honra muito forte, assim como uma paciência sem limites. Buscam sempre o equilíbrio interior, complementado com uma lealdade inigualável para com seu irmão.
Githyanki são os inimigos mortais dos Githzerai. Não se sabe por que, talvez só eles e os Githzerai: mas quem ousa perguntar. Muito menos então, se intrometer.
Mortos-Vivo são de dar medo. Não é bem uma raça, mas sim um grupo de criaturas que surgiram entre Taius e Gith. Como surgiram é um mistério, talvez o mais intrigante de todos. Sabe-se apenas que o objetivo de todos os Mortos-Vivos é prejudicar tanto os Githzerai, como os Githyanki.
Agora me despeço de vocês, pois outros visitantes me aguardam. Cuidem-se, e espero que vocês achem o que estão procurando. Você me deve apenas 5 peças de pratas.
* * *
ONDE LER SOBRE RAPSÓDIA
Existe alguns pontos onde é possível encontrar mais informações sobre o cenário rapsódia. Segue os links abaixo:
Registrado em: Domingo, 17 de Agosto de 2008 Mensagens: 7 Localização: Acaraú
Enviada: Seg Fev 02, 2009 1:40 am Assunto: Historia de Eminarod
COMO TUDO COMEÇOU
Realmente essa é uma questão que não é 100%. Sabe-se que há milhares de anos atrás, todo o continente era habitado por criaturas ferozes, pouco encontradas hoje em dia. Essas criaturas eram conhecidas como Dinossauros.
Das raças dominantes: os Anões foram os primeiros estrangeiros a chegarem. Depois vieram os Elfos. Formaram-se os Drows. Surgiram os Humanos. E por ultimo apareceram os Githzerais.
Cada povo trás a sua própria versão dos fatos que levaram Eminarod a ser o que é hoje. Os Anões falam que o continente foi erguido das profundezas do mar pela sua divindade principal. Os Elfos contam que o continente formou-se do corpo de um de seus desses mortos em uma batalha a muito acontecida. O Githzerais contam que tudo era um grande deserto, então venho às lágrimas de sua divindade, por causa da tristeza pelo sofrimento de seu povo, e criou os mares e Eminarod. Os Humanos e os Drows não têm opinião sobre isso, por que buscam ainda a razão maior do porque ele estarem ali.
LORDES ÉLFICOS
Em suas explorações os Anões encontraram um povo muito diferente deles. Altos, esbeltos, com um comportamento elegante e muito deles belos. Foram inicialmente amistosos, mas à medida que iam se conhecendo, os Elfos, assim se chamava o povo belo, iam se afastando.
Quando os humanos surgiram e começaram a destruir as matas e a tentar dominá-los, o povo Élfico mostrou que era educado e belo, mas que nem por isso frágil. Uma batalha se iniciou. Os humanos eram mais numerosos, mas os elfos conheciam muito bem lugar o lugar onde os combates aconteciam e em pouco tempo os humanos foram expulsos.
Não se sabe quando os elfos chegaram ao continente de Eminarod.
A CRIAÇÃO DOS DROWS
Os Drows era um clã de Elfos. Mas em há alguns anos isso mudou, por que os drows acreditavam que somente o culto a um Deus negro poderia elevar o nível e status de todos os Elfos. Mas para os outros clãs isso era uma ofensa para o Deus que os criou, já que o Deus dos Drows em questão era um rival dele.
Por causa disso os Drows que insistiram em continuar com o culto foram caçados e quase instintos e tiveram como ultimo recurso fugir para as terras pouco habitadas do extremo norte.
Hoje o povo Drow é amargo e vingativo. Não se consideram mais Elfos. Vivem há muito tempo somente para acabar com todos os outros Elfos. O dia do confronto entre eles esta chegando e não se sabe como se comportara as outras raças sobre isso.
O POVO-LAGARTO
Essa é uma raça não muito desenvolvida de Eminarod, mas muito antigo. Conta a historia que esse povo é uma evolução de alguma espécie de dinossauro, que se adaptou para sobreviver.
É um povo tranqüilo e de paz, mas que sabe se defender muito bem quando se sente ameaçado. Eles habitam as terras dos elfos, que não se incomodam com sua presença, pois eles sabem conviver em harmonia com a natureza.
Não tiveram grande participação na historia de Eminarod, nem nunca se aliaram aos elfos, apenas defendem seus lares quando necessário.
A CHEGADA DOS ANÕES
Os Anões vieram do sudoeste do continente de Eminarod. Foram anos de exploração até encontrarem As Montanhas de Ashaba, próximo ao mar escuro. Nesse período passaram pelas terras dos elfos, um dos motivos para continuarem caminhando. Tudo parecia correto e bem. Os Anões haviam encontrado um lugar para se estabelecerem, o qual tinha quase tudo o que precisavam.
Mas eis que venho os Etgangi. De um clima de paz e tranqüilidade tudo virou guerra e sofrimento. Anos de batalhas para a defesa de todos. As perdas eram grandes, mas as batalhas eram equilibradas. Porém vieram os elfos e atacaram. Nenhum Anão entendeu o porque, mas nem por isso houve piedade.
Tempos depois, quando a derrota era eminente, venho à esperança. Os Anões descobriram por que os Elfos atacavam, era por causa de um plano dos Etgangi, no qual eles enganaram os Elfos com provas falsas de que os Anões iriam atacar os Elfos. Numa manobra arriscada e no último raio de esperança, os Anões conseguiram provar a inocência e como prêmio conseguiram a aliança dos Elfos para combaterem os Etgangi.
Além de todos esses acontecimentos, veio o encontro com os humanos. Tendo um modo diferente de ver o mundo e valorizando algo, que os anões acreditavam que os humanos desprezavam, o conflito foi inevitável. E esse confronto com os anões levou os humanos a partirem.
AS MONTANHAS DE ASHABA
Essas montanhas cobrem grande parte das regiões norte e oeste do reino dos Anões.
A maioria dos anões vive sobre a terra, ao invés de embaixo dela, como em tempos antigos.
Essas montanhas tornam impossível à chegada de quem quer que seja pelo mar. O anões acreditam que essas montanhas foram colcadas ali por Lohann, Deus da Terra.
A VIDA EM TAIUS
Taius é um reino diferente. Longe dos demais povos e de seus conflitos, o povo desse reino vive depois do deserto de Sinválei, com seus próprios problemas. Durante anos esse reino viveu sem o conhecimento dos outros povos e sem que os outros povos o conhecessem.
Esse distanciamento aconteceu devido ao grande deserto. Durante muitos anos ninguém ousou atravessar o deserto, por ser considerado uma área muito perigosa e por acreditar-se que não existia nada além do grande deserto. Isso mudou quando uma comitiva do reino de Taius chegou ao reino dos Elfos e depois ao dos Anões. Traziam consigo um novo estilo de vida, novos equipamentos, um novo idioma e uma nova arte de lutar, assim como novas artes e uma nova cultura.
Tudo era impressionante. O modo calmo, as roupas e a filosofia. Mas as maiores atenções, foram para os guerreiros e suas novas técnicas de guerra. Usavam armaduras pesadas, com elmos e muitos enfeites. Tinham espadas leves e curvas, assim como arcos diferentes. Mas com o tempo tudo foi sendo conhecido e admirado. Comitivas foram enviadas para as terras desse novo povo e uma relação de amizade se iniciou.
O novo reino, além do deserto, é em um lugar árido e quente. O povo que lá vive, os Githzerai, é acostumado com essas temperaturas, assim como os Shivas e os Githyankis. Os Shivas convivem pacificamente no reino dos Githzerai, com uma comunidade própria. Mas os Githyankis vêem nos Githzerai seus inimigos mortais.
Há algum tempo os Githyanki conseguiram uma grande porção de terra para chamar de seu reino. Embora essa conquista tenha tido um preço bastante alto. Através de um ritual muito poderoso, realizado em conjunto por dezenas de magos Githyankis, eliminou todos os Githzerai em um raio muito grande. Essa área hoje é o reino de Gith. Mas este ritual teve um efeito colateral muito grande. Uma vasta área localizada, hoje, entre ambos os reinos, ficasse totalmente sem vida. No lugar das antigas vidas se ergueram mortos-vivo. Estes mortos-vivo eram os mortos do ritual e outros que ali morreram ou morrerão. Nem por isso o conflito entre ambas as raças terminou, este se tornou apenas mais um problema.
A MORTE EM TAIUS
Existe um povo que surgiu após a “Maldição de Gith”, nome como ficou conhecido o ritual realizado pelos Githyankis para eliminarem os Githzerai. O ritual deu certo, em uma área limitada, mas trouxe os mortos de volta à vida. Não da mesma forma, mas como inumanos.
Essas criaturas são o puro mal e ódio concentrados dos Githyankis pelos Githzerai, mas esse ódio é tanto que se virou contra os próprios que os trouxeram. Eles têm como único objetivo destruírem ambas as raças, através de qualquer meio.
São criaturas inteligentes e ardilosas que vem crescendo dia a dia, mas ninguém sabe como. Seu conhecimento é tanto, que formaram uma comunidade e tem atualmente um líder, Kai, o rei negro. As previsões são as mais pessimistas possíveis, mas os conflitos nunca param.
O DESERTO DE SINVÁLEI
Essa grande área de estepes, rochosas terras sem vida separam as terras do elfos das terras dos Githzerais. Diz a historia que graças ao deserto de Sinválei os humanos não conseguiram chegar até o reino de Taius. Assim como a falta de conhecimento dos outros povos em relação aos taiudianos.
O deserto de Sinválei já foi palco de grandes decisões do destino dos povos de Taius. Assim como revelou grandes heróis especializados em sobreviver o deserto.
AS GUERRAS
Esse é um ma habito que não consegue ser vencido. Desde as antigas eras, os povos de Eminarod vêm se enfrentando para conquistarem mais terras ou simplesmente se defenderem.
Os primeiros conflitos datam de muito tempo, quando os humanos ainda viviam pelo continente. Depois vieram as investidas dos gigantes contra os anões, depois os elfos e enfim a união dos elfos com os anões, que hoje lutam contra os gigantes, na tentativa de impedirem a escravidão de todos os povos de Eminarod.
CONFLITOS NAS FRONTEIRAS
As terras que se encontram entre Spyra e Slaphir são consideradas desde de muito tempo terra de ninguém. É uma área de muitos quilômetros, onde não há lei e nem compaixão. Vida não existe mais ali, exceto por foras de lei, exilados, heróis tentando espalhar justiça ou outras pessoas que não tem para onde ir. Pessoas normais que chegam a ir para essas terras têm como único e principal objetivo sair delas.
São vários os conflitos registrados ali. A queda de Minavar, o primeiro ataque dos gigantes aos anões. Minavar era uma cidade anã, a mais próxima do reino de Spyra. São tristes os relatos dos acontecimentos desse dia, toda a cidade foi destruída, quem conseguiu escapar conta que todos que cruzavam o caminho dos Etgangi eram mortos sem piedade, pois eles não queriam fazer prisioneiros.
Retaliação, quando os anões revidam o ataque a Minavar. Sacrifício do Herói,quando um anão guerreiro, sacrifica sua própria vida para salvar um grupo de anões escravos que estavam prestes a serem exterminados. Feito esse que ele realizou sozinho, mas nunca se soube o seu nome.
OS GUERREIROS DA PAZ
Grupo de heróis que se unem em busca da paz entre os povos. Não se tem idéia de como irão realizar tal feito, mas se sabe que nunca irão desistir.
Criados depois da Guerra da União, guerra que culminou com a união entre os anões e os elfos, esse grupo vem atuando diretamente nos conflitos, como um exercito da paz, ajudando ambos os lados e lutando para abrir os olhos daqueles que comandam.
Esse grupo é formado por várias raças, tendo tanto anões como gigantes, assim como qualquer outra raça.
A maior dificuldade encontrada pelo grupo é o preconceito de ambas as parte, trazendo como conseqüência a intolerância e às vezes até a cassação do grupo, por ambos os lados, trazendo a necessidade de se esconderem, o que dificulta muito o trabalho do grupo.
FILHOS DOS VENTOS
Esse grupo vive para se aproveitar de ambos os lados, sem nenhum pudor. São considerados os Iênas de Eminarod, grupos de mercenários que se aliam a qualquer lado, sendo quem pagar mais. Quase sempre lutam pelos gigantes, pois os anões relutam em utilizar esse meio.
Assim como os guerreiros da paz, qualquer raça pode ser encontrada com esse grupo. _________________ http://zonaneutra.wordpress.com
Registrado em: Segunda-Feira, 2 de Abril de 2007 Mensagens: 460 Localização: Quëlf'fen - Ariën
Enviada: Qui Fev 05, 2009 5:04 am Assunto:
Só pra deixar claro.. (tem alguém lendo seu material, em breve eu comento algo).
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by Lûno'hå, o Anjo-Caído (Jamais amado; jamais esquecido!)
Conto: Doce Ilusão
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Enviada: Sex Nov 27, 2009 11:24 am Assunto:
Gostaria de Informar que estou me afastando do projeto de criação do cenário Rapsódia.
Como era minha reponsabilidade atualizar esse espaço, acredito que não haverá mais novas informações. Por isso gostaria de pedir, que se possivel, o administrados ou algum moderador apagasse esse tópico.
Agradeço desde já atenção e peço desculpas pelo incomodo por problemas causados.