Tormenta Alpha - A Maldição do Trono (ON) Fechado


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Mensagem 04 Out 2016, 17:11

Re: Tormenta Alpha - A maldição do Trono (ON)

Aquela situação era ao mesmo tempo inoportuna e constrangedora, as duas correndo tentando pegar o máximo de papeis possíveis enquanto o vento forte os dragava pelo buraco feito na parede. Com movimentos rápidos Xênia colocava os papeis dentro do báu de roupas enquanto o amarrava para não se levado também, mesmo sendo pesado ela sabia como era a força da natureza.

‘’-Precisamos resolver isso agora O, venha, me ajude com isso’’

Xênia tirava tudo de cima da mesa onde estudavam , com a ajuda de Ophelya e sem usar suas magias, queria provar para sua irmã que juntas elas sempre seriam mais fortes e que só precisariam uma da outra. Apesar de aparentarem fragilidades , elas eram mulheres fortes e não tiveram dificuldade em arrastar a mesa até a frente do buraco, virando a fazendo o próprio vácuo fazer o papel de mante-la parada, mas como Xênia não confiava se era o suficiente criou uma mão espectral de escuridão mantendo-a segurando a mesa no local ate alguém vir e resolver o problema de forma mais eficaz.

‘’-Acho que isso vai dar conta por enquanto, a magia vai permanecer ai até eu cancelá-la, eu devo conseguir me afastar uns 10 metros sem que perca minha concentração.’’

Xênia vai até a porta e procura por Celius ou sua esposa saindo o suficiente para se manter na distancia da magia, acenando para que ele viesse até ela.


Gasto 5 PMs e uso Força Mágica com Força 5 para garantir que a mesa não seja sugada ou se desprenda, role ou caia sobre as coisas na cabine
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Mensagem 04 Out 2016, 17:57

Re: Tormenta Alpha - A maldição do Trono (ON)

Erk:

Tendo o consentimento do reverendo, tudo ficava mais fácil, poderia ir até a floresta colher alguma informação e voltar para informar. O porém seria ter de levar um grupo de pessoas consigo. Não tinha nada contra ninguém do grupo em particular, mas não queria revelar detalhes sobre sua mãe. Devido sua natureza, ela não poderia deixar a floresta nunca e seria um alvo fácil caso fosse encontrada por acaso.

- Não precisamos de montaria senhorita Annora. Posso facilmente nos teleportar para o destino sem qualquer problema, se todos concordarem é claro.


Samuel:

- Divina Wynna, que banha o mondo em magia, que fascina as crianças, é a arma dos sábios e o auxílio dos anciãos, por favor, derrame suas dádivas sobre os feridos e lhes permita se erguerem uma vez mais.

Após curar os goblins feridos com sua magia, o sacerdote conjura um novo feitiço para auxiliar com as velas do dirigível. Imbuindo sua mão com uma luz dourada, ele agarra uma das cordas soltas e tenta amarrá-la em seu devido lugar.

Cura Mágica nos goblins, 1 PM cada.
Força Mágica nas próprias mãos. 3 PMs para uma F3.
Teria escolhido F2, mas com o vento talvez seja melhor um pouco mais de poder.
Samuel vai ajudar com qualquer tarefa que exija força.
E os brincos estão marcando 7 PMs de novo.
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Mensagem 04 Out 2016, 20:06

Re: Tormenta Alpha - A maldição do Trono (ON)

TYR

A guerreira for a uma excelente adição àquela empreitada, Tyr percebia. Não apenas era hábil marcialmente como também possuía bastante conhecimento sobre o Deserto. O banqueiro até considerava uma tentativa futura de contratação permanente.

Pensava no futuro próximo, em sua jornada pelo Deserto. Depois de uma década atrás de uma mesa, estar na estrada novamente fazia seu sangue ferver e ele até se sentia mais jovem! Era uma boa sensação.

Considerava a situação com Uhuth. Em boa parte das coisas, Tyr era um pragmático – ou pelo menos se considerava um. Mas não quando o assunto era seu coração. Não acreditava em meio-amor, não acreditava em condicionantes quando se tratava daqueles que estimava. Sua filha, sua noiva, seu pai, seus amigos. Todos eram mais importantes do que um palácio cheio de tibares e ele não hesitaria em sacrificar toda sua fortuna por eles.

Isso não quer dizer que ansiasse pela oportunidade de provar isso. Ele fora sincero quando dissera à hobgoblin que ele próprio aceitaria se transformar, se isso ajudasse a aplacar o espírito da mulher. Não duvidava que fosse possível. Mesmo que os sacerdotes do povo da futura esposa não fossem capazes de fazer o ritual, não duvidava que poderia encontrar alguém que pudesse fazê-lo, nem que precisasse ir direto à Academia Arcana. Bobagem, nem precisava ir tão longe – em Vectora mesmo havia magos mestres nas artes da transformação. Poderiam transformá-lo no que quisesse, pelo preço certo. Humano? Moleza. Anão? Sopa no mel. Até um dragão – embora isso provavelmente custasse o resgate de um herdeiro real. Transformação em hobgoblin não deveria ser tão difícil – eram raças aparentadas, um hobgoblin era essencialmente um goblin grande.

Não era o problema da transformação em si que o incomodava – eram as repercussões.

Primeiro, a Cooperativa. Não que houvesse uma obrigatoriedade racial, mas era um fato de que os membros da organização eram todos, sem exceções, goblins. Se ele se transformasse em hobgoblin, como se sentiriam? Traídos? Seria preciso gastar horas e muito esforço conversando com os associados, em reuniões e mesmo individualmente com alguns, para mostrar a todos que a transformação não seria um demérito. De fato, o goblin pensava, podia até convencê-los de que a mesma seria uma vantagem, pois um hobgoblin poderia se impor muito mais facilmente diante daqueles que pensavam que podiam intimidar um goblin pela altura. Ou pelo menos era um argumento, mesmo que pessoalmente o achasse fraco – nunca tivera problemas em intimidar os outros, a despeito do tamanho. Mas isso era ele.

Também tinha seus sócios no banco. Isso não seria um problema grave. O Banco de Nilo era uma das filiais mais lucrativas e influentes – e um provável acordo de financiamento junto ao Reinado E ao Império aumentaria esta influência ainda mais. Ele só tinha números azuis para mostrar em cada reunião – e para aqueles homens e mulheres sedentos por lucros era irrelevante se quem lhes dava as moedas era goblin, hobgoblin ou mesmo um Observador! Eles não eram más pessoas – longe disso, a maioria efetivamente apoiava o desenvolvimento econômico dos países onde atuavam, permitindo que empreendedores sem recursos pudessem dar continuidade a seus sonhos, por juros justos. Era uma política do banco. Eles não eram uma guilda de ladrões agiotas, eram uma empresa respeitável e digna. Na maior parte do tempo, pelo menos.

Mas ele ainda precisaria falar com eles e anunciar sua decisão – até mesmo para posteriormente evitar mal-entendidos sobre identidade. O mesmo valia para outros sócios comerciais. Não era preciso convencê-los de nada, apenas dizer que o banqueiro mudaria de aparência por razões pessoais e que eles poderiam esperar uma nova forma na próxima vez que se encontrassem. Hm... podia fazê-lo de forma impessoal, por mensagens. Devia pensar nisso.

Pensava nisso tudo quando viu Marieta mexer em uma caixa enquanto Terezia aproximava-se dela. Vislumbrou algo, mas não sabia exatamente o quê. Era familiar...

A rajada de vento pegou-o de surpresa e ele segurou-se como pôde. Papéis voaram e caixas se soltaram e ele pegou o máximo de coisas que podia e começou a protege-las, colocando pesos ou reatando e reforçando cabos. Mas a caixa vermelha não lhe saiu da cabeça e a verdade surgiu como um estalo.

Tyr de Nilo
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“Por Tenebra, pistolas!”

Ele espera a confusão terminar e o controle ser retomado, o que vem rápido graças à ajuda de todos.

Tyr de Nilo
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- Verifiquem a situação dos outros dirigíveis! Se houver problemas, precisaremos enviar ajuda!

Depois de dar as instruções adequadas, acercou-se de Janah. Não parecia ser um problema tão grave: armas de fogo eram mesmo proibidas (algo que Tyr considerava estúpido, considerando-se que magos podiam causar mais estrago que uma pessoa com uma pistola de pederneira ou mesmo um canhão), mas Marieta era uma oficial militar, talvez tivesse permissão para isso. Mas ele precisava saber se não traria problemas futuros.

Tyr de Nilo
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- Diga-me, Janah. O que o povo do Deserto pensa acerca de armas de fogo?


OLIVER

Erk
- Não se preocupe, o sucesso dessa missão também é de meu interesse. Eu só quero descobrir sobre a possibilidade de estarmos enfrentando magia.

O halfling suspira e balança a cabeça, mas nada diz.

Annora Valgard
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Senhor Oliver, você que é um experiente caçador, diga-me, acha que será inevitável o confronto direto contra os lobos e o krenshar?

Oliver Qüenal
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- Lo-lobos sã-são ani-animais espe-espertos. El-eles só enf-enfrentam caça-dores se-se sen-tirem-se cer-cercados. Ma-mas se o-o kre-krenshar os es-estiver com-controlando, então cre-creio que se-se-será neces-necessário lu-lutar!

Farran Valgard
- Eu posso levar um grupo avançado, pequeno. Separar os alvos. O que dizem? Ambos os lados ficam satisfeitos. E caso o medo seja um efeito mágico... Eu sei lidar com isso.

Qüenal assente quando Carver concorda com a sugestão do rapaz. Ele monta em seu pônei e assiste ao estranho rito – ou espetáculo – promovido pelo clérigo de Nimb sem fazer nenhum comentário. Oliver sabia sobre quão incomuns e imprevisíveis eram tais pessoas. Ele despede-se do sacerdote de Tanna-toh com um movimento no chapéu.

Erk
- Não precisamos de montaria senhorita Annora. Posso facilmente nos teleportar para o destino sem qualquer problema, se todos concordarem é claro.

Oliver Qüenal
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- E-eu nã-não me impo-importo.

Off:
Lembrando que, assim que adentrar a floresta vou ativar a magia de proteção, conforme disse no post anterior.
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Mensagem 04 Out 2016, 20:50

Re: Tormenta Alpha - A maldição do Trono (ON)

Marieta olhou para as pistolas com surpresa e um pouco de asco. Não por serem armas proibidas, mas pelo cheiro que possuíam. A combinação da pólvora e do óleo junto ao metal dava a ela uma sensação de incômodo e vontade de se distanciar daquilo. Nunca usara armas de fogo, não tinha vontade, e seus piores pesadelos normais envolviam sempre um vilão com armas de fogo e moral totalmente deturpada.

O que fazer com aquilo, presente de Gistane? Seu primeiro impulso foi pedir ao sacerdote Samuel que as levasse de volta ao castelo ou a outro lugar onde pudessem ficar escondidas até que entendesse a intenção do capitão. Mas tão logo pensou a respeito, foi surpreendida pela goblin curiosa e pela corrente de vento violenta. Partiu rumo ao convés para ajudar como podia no reestabelecimento da situação. Tratou de se esforçar o máximo possível e, vendo alguma possibilidade de melhora num nó ou vela, sugeria aos goblins, uma vez que tinha um mínimo de conhecimento de navegação.

Posteriormente, com o passar do desespero, retornou à goblin para explicar o que eram as armas.

- Ora, pequena, são armas de fogo. Como toda arma, são perigosas e violentas. Recebi de presente de meu capitão antes de partirmos, mas não consigo entender o motivo... Não gosto de armas, e elas são proibidas. Pensarei melhor no que fazer com elas.

Marieta guardou as armas e fechou a caixa. Saiu com a goblin e, tempos depois, certa de que não era o foco de atenção de alguém que a observasse, voltou à cabine para guardar a caixa sob uma pilha de outras coisas de maneira a ocultá-la. Por fim, colocou alguns aparatos sobre a pilha, como partes da armadura desmontada e outras peças metálicas que, se caíssem, chamassem sua atenção. Não queria levantar a curiosidade de mais alguém.

Procurou senhor Tyr para discutir a respeito.
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Mensagem 05 Out 2016, 14:19

Re: Tormenta Alpha - A maldição do Trono (ON)

O jovem mago comentou sobre sua magia de teleportação. Maryanne sorriu, doce.
Maryanne
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Oh, que bobagem a minha. Desculpe, senhor Erk. Se não for incômodo, eu acho que podemos ir através de sua magia.

Ela desistiria do cavalo pensando que o jovem mago não era tão novato quanto aparentava.
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Mensagem 05 Out 2016, 18:06

Re: Tormenta Alpha - A maldição do Trono (ON)

Sobrevoando Ahlen
(Fim da Tarde)

Xênia

Como um escudo de metal incandescente, moldado na forja de um deus, o sol poente desponta no limite do mundo como um desafio final, iluminando todo o horizonte com uma luz vermelha intensa, antes de mergulhar em um mar de escuridão. Estrelas começam a surgir no céu noturno, enquanto as últimas nuvens vermelhas se tornam escuras e desaparecem contra as trevas sem fim.

Quando os últimos raios de sol se tornam apenas lembranças de luz e calor, seus olhos já se adaptaram a penumbra da cabine, percebendo os contornos das formas de modo tão claro quanto durante o dia, enquanto você se concentra no poder magico. Ao seu lado, Ophelya brilha como uma chama no meio de uma floresta, tão quente que você não sente o vento frio que entra pela porta e pelas frestas das janelas quebradas.

Ela observa a mão escura que segura a mesa contra a parede quebrada e o poder que emana de você.
Xênia conjurou Força Mágica (Trevas) 5. Perde 5 PM.

Uma tênue névoa negra emana de seu corpo, como fumaça levada pelo vento, flutuando na direção da mesa, alimentando a força mágica da mão de escuridão. Saindo do meio das sombras da cabine, a mão negra segura a mesa com força, enquanto você espera pela resposta do artífice.

Enquanto você olha para fora e faz sinal para Celius, ouve um movimento dentro da cabine. Com esforço, a menina está tentando empurrar algumas caixas e barris para segurar a mesa por conta própria.

"Ugh! Segure firme, irmã. Ugh! O senhor Celius deve estar ocupado - eu o vi trabalhando no casco quebrado - então vou ver o que consigo fazer para ajudar."

Samuel
Samuel conjurou Cura Mágica. Perde 2 PM.
Samuel conjurou Força Mágica (Luz) 3. Perde 3 PM.

Quando os últimos raios de sol se perdem no horizonte escuro, todos que estão no Orgulho de Tibar se unem no esforço final para prender as velas substitutas nos mastros de manobra.

Ao lado de Urdan, você se esforça para puxar a corda do mastro de bombordo, o brilho mágico em seus braços iluminando o pequeno convés com uma luz dourada. Apesar do poder da força mágica, seu corpo reclama do trabalho incomum e você tem dificuldade para lembrar da última vez que usou os músculos. Assim que o trabalho termina, todos se reúnem na pequena cabine, para recuperar as forças, enquanto os goblins terminam as últimas amarrações, pendurados nas cordas dos mastros.

- Não imaginava que fosse um homem de ação, reverendo. - diz o mercenário, parado ao seu lado, bebendo uma caneca de água. - Conheci muito sacerdotes-guerreiros que não fugiam do trabalho pesado, mas os magos costumam resolver tudo com mágica, ou, quando não conseguem, abandonam a tarefa. Fico contente em saber que não é desse tipo. Mas espero que não tenhamos que enfrentar novamente uma situação como essa.

- A viagem foi tão rápida que não pensamos em todos os problemas que poderíamos enfrentar.

Enquanto você descansa, sentindo o corpo um pouco dolorido, Deana se aproxima, o vento forte ondulando seu belo cabelo vermelho.

- Mestre, podemos conversar?

Quando ela senta ao seu lado, você nota que ela carrega seu livro de magias e alguns pergaminhos com símbolos arcanos.

- Urdan está certo em ficar preocupado, mestre. Desta vez, conseguimos evitar um desastre, mas o vento não era forte. Eu não quero nem posso questionar nada, sei o quanto essa viagem é importante, mas continuar, sem preparação, seria arriscado demais. Os dirigíveis não foram feitos para esse tipo de viagem. Mas nós podemos ajudar.

- Eu vi em suas anotações que o senhor aprendeu a controlar o vento, eu mesma já fiz muitos exercícios de controle do vento, de conjuração e domínio elemental, mas não sei o que posso fazer agora. Nós temos o poder para controlar os elementos e ajudar na viagem, mas preciso da sua ajuda. O que podemos fazer, mestre?

Tyr

A luz das velas ilumina a cabine fechada com uma luz tênue, enquanto todos se sentam para descansar.

Sentada ao lado da mesa central, Janah solta seu longo cabelo negro, esticando o corpo como uma pantera do deserto, preparando-se para se lavar e ceiar. Quando você se aproxima e pergunta sobre as armas, ela se surpreende.

- Depende do lugar, senhor. Em alguns reinos, as armas de fogo são tratadas com a mesma preocupação que nos reinos do sul, enquanto em outros, não existe nenhuma regra que proíba seu uso. Como não existe nenhuma forma de governo geral, além da força dos sacerdotes, o uso desse poder depende do poder e das intenções de cada reino.

- Em muitos lugares, principalmente nos reinos menores que enfrentam constantemente as investidas dos minotauros ou saqueadores do deserto, o uso das armas de fogo é permitido e incentivado pelos governantes, para a proteção de suas terras. Essa liberdade poderia causar problemas para alguns reinos, como Kalish, mas o custo dessas armas faz com que elas sejam reservadas a grupos de elite ou aventureiros.

- Em Kalish, há uma discussão que já se estende por décadas, sobre o uso ou não desse poder. Isso por que o reino é muito forte em poder mágico e influência política, além de existir uma questão de orgulho. Para muitos nobres, magos e sacerdotes de Kalish, a força dessas armas e a facilidade de uso levariam ao enfraquecimento de seu poder e destruiriam a união do reino. Em Kalish, não existe nenhuma regra contra seu uso, desde que a pessoa seja um aliado do governo.

- Mas por que a pergunta? O senhor pretende vender armas em Kalish?

Antes que possa responder, você percebe a chegada de Marieta.
O que vocês fazem?

[Celius: PVs 8/7, PMs 14; PE 3 (Alice: PVs 15, PMs 30)] [Marieta: PVs 48, PMs 20; PE 19] [Samuel: PVs 15, PMs 2 (Brincos de Wynna: PM 6); PE 9 (Deana: PVs 10, PMs 20)] [Tyr: PVs 5, PMs 14; PE 7 (Uhuth: PVs 15, PMs 15)] [Xênia: PVs 15; PMs 30; PE 6 (Ophelya: PVs 12, PMs 10)]
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Mensagem 05 Out 2016, 21:45

Re: Tormenta Alpha - A maldição do Trono (ON)

Baronato de Cadamar
(Meia-Noite - Floresta de Mirona)

O sensação que todos experimentam durante o salto mágico é rápida e intensa - a sensação de cair de um penhasco extremamente alto, cruzar todo o espaço vazio até o chão em apenas um instante, sentindo a força extraordinária e inexorável da queda interminável, mas parar subitamente, antes de atingir a pedra esmagadora.

Em um momento, vocês estavam na estrada pavimentada, que sai de Mirona para as terras do sul, observando o brilho das tochas dos guardas desaparecer na neblina, enquanto eles voltavam para a cidade com os cavalos. Mas, assim que o mago entoou as palavras mágicas de seu livro de magias, as páginas agitadas ao vento, todos sentiram seus corpos serem absorvidos pelo poder, surgindo instantaneamente no meio de uma clareira escura.
Erk conjurou Teleportação. Perde 5 PMs.

A lua crescente surge rapidamente de trás de uma nuvem, iluminando fracamente a antiga praça de pedra onde vocês estão, cercada por todos os lados por árvores altas e ruínas indefinidas. Os únicos sons na clareira são o som do vento, passando sobre as copas altas e o ranger das árvores, os contornos escuros balançando contra a lua prateadas.

Oliver: Assim que você se recupera do momento de confusão do teleporte mágico, sente o poder do objeto em seu corpo fortalecer a sua mente. A sensação de desconforto diante do desconhecido dá lugar a uma calma fria.
Oliver ativou Tolerância ao Horror. Perde 1 PM.

Erk: O brilho fraco da lua permite que você reconheça a praça onde já esteve inúmeras vezes, o foco da sua mágica de teleporte, mas você nunca havia estado no lugar durante a noite. A cabana deve estar em algum lugar ao sul de onde está.

Tudo está escuro ao redor de vocês.

O que vocês fazem?

[Maryanne: PVs 20, PMs 20; PE 2 [Nathaniel: PVs 15, PMs 15; PE 2 [Jack: PVs 15, PMs 15; PE 1] [Oliver: PVs 15, PMs 14; PE 1 (Efeito Ativo: Tolerância ao Horror)] [Erk: PVs 10, PMs 5; PE 1]
Editado pela última vez por Aquila em 07 Out 2016, 20:15, em um total de 1 vez.
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Mensagem 06 Out 2016, 11:55

Re: Tormenta Alpha - A maldição do Trono (ON)

TYR

Tyr escuta atentamente as explicações da mulher.

Janah
- Mas por que a pergunta? O senhor pretende vender armas em Kalish?

Nisso Marieta chega. O banqueiro registra sua presença, mas responde à guerreira primeiro.

Tyr de Nilo
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- Hm? Ah, não... bem, não sei. Estou apenas considerando possibilidades futuras. Nunca gostei de matar e, obviamente, nunca aceitaria o assassinato, mas entendo que as pessoas devem ter o direito de se proteger. Não acha injusto que somente magos ou pessoas fisicamente fortes sejam capazes de se defender contra aemaças? Uma mulher como você com certeza pode cuidar de si mesma com grande talento, mas um goblin pequeno e fisicamente fraco como, ora, como eu, por exemplo, tem poucas chances em combate direto. Eu diria nenhuma, aliás. Minha vantagem pessoal é a minha guarda, que o dinheiro me permite ter. A maioria dos meus pares não possui este privilégio.

Então ele se volta para a mosqueteira.

Tyr de Nilo
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- Posso fazer algo pela senhora, Capitã?

OLIVER

Oliver sente o baque da magia atingi-lo, mas sente-se fortalecido em seguida. Ele nota o silêncio do ambiente ao redor.

Oliver Qüenal
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- Mu-muito bo-bom, ma-mago. A-agora po-poderia no-nos dizer o-o que est-estamos proo-procurando?
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Mensagem 06 Out 2016, 12:54

Re: Tormenta Alpha - A maldição do Trono (ON)

Maryanne havia se teletransportado algumas vezes, por isso a sensação não era inédita. Ao chegar no novo ambiente, nada via pela escuridão.
Maryanne
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Acho que dependendo do que formos fazer, precisaremos de alguma fonte de iluminação. Mas é bom considerar que isto pode atrair atenção indesejada, o que facilitaria sermos emboscados...

Pondera para todos.
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Mensagem 06 Out 2016, 18:47

Re: Tormenta Alpha - A maldição do Trono (ON)

Erk:

Após chegarem ao local de destino, Erk busca reconhecer os arredores. A noite estava mais escura que imaginava, mas não era algo imprevisível. Ele pega seu livro de magia e enquanto o vento folheia as páginas ele pronuncia suas palavras arcanas gesticulando com as mãos no ar e desenhando diagramas místicos.

- LUMINUS!

Uma pequena bola de fogo se forma em suas mãos e ele a faz flutuar acima de si, iluminando a clareira. Seus olhos põe-se a procurar pela cabana em que costuma ficar quando vem visitar sua mãe. Não poderia estar longe. Enquanto procura ele aproveita para mais uma preparação enquanto responde seus companheiros.

- Não precisa se preocupar senhorita Annora. A maior parte dos animais aqui é herbívoro. Além disso, esse lado da floresta é separado por uma vegetação densa e de difícil acesso. Não creio que o krenshar ou qualquer outro conseguiria vir até aqui.

- Nessa parte da floresta, mora uma pessoa que conhece todos os seu segredos. Seja lá para onde o krenshar se mova ou o que quer que ele busque, ela provavelmente sabe. Agora, deveria ter uma cabana nessa direção.

Erk usa pequenos desejos para folear o livro, porque sim, é mais legal assim.
Luz para iluminar o caminho.
Detecção de Magia por precaução.
Dessa vez, vou usar os PMs do Erk mesmo.



Samuel:

Diante do comentário de Urdan, o sacerdote apenas expressa um sorriso cansado.

- Eu apenas não consigo ficar parado quando vejo que alguém precisa de ajuda. Infelizmente, toda essa ação me fez perceber que estou fora de forma. Acho que fiquei tempo demais me concentrando em estudos arcanos e esqueci de cuidar do meu corpo. Meus músculos doem.

Ele suspira, tentado relaxar um pouco mais o corpo para aliviar a tensão que sentia, mas era inútil, precisaria voltar a se exercitar, como quando era criança, ou se corpo não conseguiria acompanhar mesmo as tarefas mais mundanas. Uma ironia já que uma vez ele mesmo considerou a possibilidade da magia deixar as pessoas preguiçosas. Enquanto refletia, Deana se aproxima com uma importante questão.

- Controlar o vento é?

O mago volta a seu silencio, mas dessa vez refletia sobre as palavras da aprendiz. Ele então pega de sua bolsa uma pena, um tinteiro e algumas folhas e começa a desenhar.

- Quando um mago usa magia para voar, ele está usando a força dos ventos para se mover, mas ainda assim fica a mercê do próprio poder da natureza se esse for mais forte. É necessário grande esforço do conjurador para controlar sua direção quando confronta ventanias e tempestades e mesmo assim, enfrenta-se situação parecida com essa. Para evitar esse tipo de problema, seria preciso criar um tipo de barreira que não fosse uma parede, mas que permitisse ao vento deslizar por sua superfície sem afetar o voo. Talvez na forma de uma esfera fosse o ideal.

A questão levantada por Deana logo animou o sacerdote na busca de uma solução para o problema. Até aquele momento, ele não tinha pensado em algo assim pois não tinha surgido necessidade, mas uma vez que essa se fizesse presente, poder usar sua magia para superar o desafio logo o fez concentrar-se em um trabalho. Seu desenho continha a imagem de um homem, anotações sobre dificuldades de um voo, bem como as forças da natureza que nele intervem, bem como a solução em que chegou.

- Nunca tentei fazer isso, mas, uma coisa é tentar isso em proporções humanas, outra, é tentar algo semelhante com uma embarcação desse tamanho. Mesmo que eu fosse capaz, não sei se suportaria.

Infelizmente, sua resposta não seria animadora nem para ele, nem para qualquer outro. Não gostava de desistir diante de um problema, mas mesmo ele sabia que existia um limite de que a magia, ao menos a dele, era capaz de fazer.

- Talvez eu devesse falar com Lord Drover e Xenia. Se combinarmos nossos esforços, acho que podemos chegar em uma solução mais plausível.

Sua sorte estava em não precisar enfrentar esse problema sozinho. Talvez, se reunisse todos os conjuradores da tripulação, seriam capazes de colocar seu plano em prática.

- Senhor Urdan, sabe se há mais algum praticante de magia abordo além nós e os nomes que citei?

Samuel irá se encontrar com todos os conjuradores e reuni-los para discutir seu plano.
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