 |
Morte em Porto Livre |
Piratas! Piratas por toda parte!
Bem-vindo a Porto Livre, uma cidade de segredos e trapaça. Fundado por piratas, este grande porto comercial está acostumado a jogo sujo e retribuição sangrenta. Agora, sob o domínio do Lorde do Mar Drac, Porto Livre está no limiar de uma grande mudança. Só os deuses sabem se essa transformação será para o bem ou para o mal.
Morte em Porto Livre é uma aventura para o Sistema d20, feita para personagens do 1° ao 3° níveis. Este livro é o ponto de partida ideal para uma nova campanha, e em suas páginas você irá encontrar:
- A história de Porto Livre, de seus mestres ancestrais ao atual Lorde do Mar.
- Uma mistura emocionante de investigação e ação frenética.
- Uma nova raça: os homens-serpente.
- Seis novos itens mágicos, incluindo o anel do macaco, o barco na garrafa e a lendária espada Barracuda.
- Um mapa da cidade.
Morte em Porto Livre — o primeiro livro da linha Porto Livre — já é considerado um clássico e, em 2001, ganhou os prêmios ENnie (o “Oscar” do RPG) e Origins por Melhor Aventura. Morte em Porto Livre torna mais fácil o trabalho do mestre! |
|

Clique na capa para ampliá-la. |
Ficha técnica |
Título: Morte em Porto Livre
Autor: Chris Pramas
Tradutor: Leonel Caldela
Formato: 21 x 28 cm, 32 páginas, brochura
Preço: R$ 11,50
ISBN: 978858913419-4 |
|
|
Resenhas |
Death in Freeport foi vencedora dos prêmios ENnie (espécie de "Oscar do RPG") e Origins, como Melhor Aventura de RPG. Sucesso de crítica e também de público, sua grande tiragem se esgotou em apenas um ano. Desde então, a aventura esteve fora de catálogo nos Estados Unidos.
Agora, quando o primeiro d20 não parecia mais capaz de causar surpresas, os piratas atacam de novo. A Jambô Editora – já responsável pelas linhas Tormenta e Reinos de Ferro – anunciou, no início deste ano, sua parceria com a editora Green Ronin. Seu título de estréia? Você já sabe a resposta.
Hoje, Morte em Porto Livre pode parecer comum. Piratas, homens-serpente... Mas lembre-se: é a primeira aventura d20. Parece fantástico que Pramas tenha feito algo tão competente quando ninguém entendia direito como a Licença Aberta funcionava. No início da Era d20, quando o mercado foi inundado de títulos confusos e ruins, Porto Livre já mostrava o caminho. Nota 5/6.
– Revista DragonSlayer nº 12 |
 |
 |
 |